Várzea Grande
Prefeita Flávia Moretti acompanha mutirão de atendimentos no bairro São Mateus
Várzea Grande
A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), acompanhou os atendimentos no Mutirão Coletivo por Mato Grosso, realizado na manhã deste sábado (04.10), na Emeb Júlio Correia, no bairro São Mateus.
O evento foi uma realização em parceria entre a Prefeitura de Várzea Grande, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso e a Câmara Municipal.
No local, foram oferecidos atendimentos de enfermagem, emissão de documentos, assessoria jurídica, serviços oftalmológicos, massagens, cuidados de beleza, assistência social, entre outros.
“Eu fico muito feliz quando há mutirões de atendimentos como esse para nossa população, ainda mais em uma região grandiosa como o São Mateus. Desejo que a Assembleia Legislativa mantenha diversas parcerias como essa em nosso município”, disse a prefeita.
O deputado estadual Paulo Araújo (PP) estima que foram realizados mais de mil atendimentos. “Aqui, realizamos também a entrega de brindes para as crianças e tivemos diversas apresentações culturais. É uma grande festa para a comunidade do São Mateus”, relatou o deputado.
O vereador Enfermeiro Emerson (PP), morador da região, destacou que a comunidade precisava desses atendimentos. “Aqui é uma região grande, com muitas famílias carentes, que precisam ter o poder público cada vez mais perto. Fico feliz de ver a comunidade sendo assistida pela Assembleia Legislativa e pela Prefeitura de Várzea Grande”, afirmou.
A secretária municipal de Assistência Social, Cristina Saito, também acompanhou os atendimentos feitos pela pasta. “Estamos atualizando o CadÚnico dos moradores da região e apresentando os programas que fazem parte da nossa secretaria”, explicou Saito.
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Várzea Grande
Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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