Várzea Grande
Prefeitura de Várzea Grande inicia entrega de kits emergenciais às famílias atingidas por vendaval
Várzea Grande
No último dia 25, um forte vendaval atingiu a cidade causando estragos em diversos bairros, como destelhamento de casas, queda de árvores e postes, além de prejuízos em unidades de ensino
As 65 famílias várzea-grandenses atingidas pelo forte vendaval que assolou Várzea Grande, no final do mês passado, estão recebendo da Prefeitura de Várzea Grande kits emergenciais para ajudar nesse primeiro momento de reconstrução, contendo colchões, telhas e caixas d’água, conforme a necessidade de cada morador. As entregas deverão ocorrer durante todo o mês de outubro.
No último dia 25, um forte vendaval atingiu a cidade causando estragos em diversos bairros, como destelhamento de casas, queda de árvores e postes, além de prejuízos em unidades de ensino. A maior parte dos prejuízos foi contabilizada na Cohab Celestino Henrique, na região do Jardim dos Estados.
Os assistidos foram devidamente cadastrados no levantamento da Secretaria de Assistência Social, após perderem parte de seus bens.
A prefeita Flávia Moretti (PL) acompanhou a entrega realizada ainda na última sexta-feira (3), e destacou que o trabalho vai continuar nos próximos dias, até contemplar todos os beneficiados.
“Não se trata apenas de repor o que foi perdido, mas de dar esperança. Nossa gestão tem o compromisso de estar ao lado da população em todos os momentos, principalmente, quando ela mais precisa. Vamos seguir apoiando essas famílias até que consigam restabelecer suas vidas com dignidade e segurança. Graças ao apoio do governo do Estado conseguimos agir rápido”, celebrou.
A secretária da pasta, Cristina Saito, contou que a equipe não mediu esforços para estar presente nas áreas atingidas, com várias frentes de ação ainda no dia do vendaval. “Encontramos famílias muito abaladas, sem saber por onde começar. Por isso, nossa primeira ação foi acolher, ouvir cada história e entender o que era prioridade para cada lar. Hoje conseguimos entregar esses kits. Eles não resolvem tudo, mas são um passo importante para que ninguém se sinta sozinho neste momento difícil”, disse a secretária.
O coordenador da Defesa Civil de Várzea Grande, Jovenil Flores, explicou que uma força-tarefa foi realizada em prol dos afetados e possibilitou a ação rápida do Município.
“Prestamos atendimento ainda no dia do temporal que assolou principalmente bairros da região norte. A coordenadoria de Defesa Civil fez um levantamento das famílias afetadas, junto à Assistência Social e foi fundamental para o nosso êxito”, disse o coordenador.
Keila Moraes, foi a primeira moradora a receber o kit. No dia 25 de setembro, teve seu telhado e muro da casa destruídos pelo vento. Na sexta-feira (3), recebeu telhas, colchões e travesseiros.
“Eu não estava em casa quando aconteceu o vendaval. Minha irmã que viu tudo e me falou. O vento derrubou meu muro e meu telhado. Eu moro aqui há 13 anos e foi a primeira vez que aconteceu isso. A Assistência Social me ligou, visitou e anunciou a doação. É maravilhoso, não esperava. Já ajuda e muito”, celebrou.
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Várzea Grande
Equipes reforçam atendimento contínuo com mutirões de saúde neste mês
Conforme calendário da UBS, o mutirão começa no dia 21. As equipes estão na comunidade Sadia 1, a partir das 8h, postinho de saúde ao lado Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Elias Domingos’.
No dia 28, a ação será na comunidade Formigueiro, a partir das 8h, na sede da associação de moradores.
No dia 30, os atendimentos se concentrarão no Sadia 3, no barracão da sede da associação da comunidade, também a partir das 8h.
Como explica a enfermeira Rilley Stephanie Martins de Arruda, Responsável Técnica pela Unidade do Limpo Grande, os atendimentos se concentram em palestras sobre tabagismo e ações de conscientização, atualização do cartão de vacinas e testes rápidos de DST/IST.
Rilley destaca que os atendimentos às comunidades mais distantes são rotina para equipes do Limpo Grande, mas que periodicamente, essas visitas são reforçadas em forma de mutirões para focar os atendimentos na prevenção. “No Sadia 3, por exemplo, vamos duas vezes ao mês, faz parte de nossa rotina, mas precisamos ampliar ações de prevenção e a estratégia dos mutirões é sempre positiva, bem recebida pelas comunidades, que sempre participam. Essas famílias, mais afastadas das regiões centrais da cidade valorizam bastante essas ações. A iniciativa vai além de uma consulta médica tradicional, funcionando como um polo de diagnóstico rápido e humanização”.
Durante as ações, os moradores têm acesso imediato a serviços essenciais como aferição de pressão arterial, testes de glicemia e exames rápidos para detecção de infecções. “Mais do que a agilidade nos resultados, o grande diferencial do mutirão é a oportunidade de criar um vínculo de confiança. Com tempo dedicado à escuta e à entrega de orientações personalizadas sobre hábitos saudáveis, as equipes de saúde conseguem antecipar diagnósticos de doenças crônicas silenciosas, como a hipertensão e o diabetes, garantindo o encaminhamento precoce e salvando vidas antes que complicações graves aconteçam”, completa.
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