Várzea Grande
Prefeitura realiza patrolamento no bairro Monte Castelo após liberar o tráfego em travessia
Várzea Grande
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Viação e Obras, realiza nesta semana o patrolamento no bairro Monte Castelo, serviço que nivela e compacta o solo, preparando as ruas para o período chuvoso e garantindo maior segurança e trafegabilidade para os moradores.
O serviço acompanha a recente construção de uma travessia de concreto, liberada para o tráfego, que substituiu a antiga estrutura de madeira a qual foi derrubada pelas chuvas no ano passado. A nova obra, equipada com aduelas e materiais de maior qualidade, liga o Monte Castelo ao bairro Vila Operária, na região do Capela do Piçarrão, oferecendo maior resistência e espaço adequado para a vazão da água, evitando transtornos antigos.
Além da travessia, os moradores enfrentavam problemas com ruas intrafegáveis, mato, buracos e acúmulo de terra. O patrolamento atua diretamente nessas áreas, nivelando e compactando as vias, garantindo mobilidade, segurança e qualidade de vida para os moradores do Monte Castelo.
“Após a ação emergencial para reconstruir a travessia, seguimos dando atenção ao bairro, melhorando a trafegabilidade e, sobretudo, a vida dos moradores”, destacou o secretário de Viação, Obras e Urbanismo, Celso Pereira.
Ele ainda ressaltou que existe um projeto em estudo para pavimentação asfáltica do bairro, que poderá ser viabilizado, em breve, por meio de emenda parlamentar, garantindo infraestrutura definitiva para a comunidade.
Mato Grosso
Flávia Moretti denuncia possível espionagem no Paço Couto Magalhães
Um possível caso de escuta clandestina no gabinete da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), passou a ser apurado após a identificação de sinais eletromagnéticos considerados atípicos em pontos de energia do local.
A suspeita surgiu durante uma varredura técnica, realizada em 19 de março, e foi formalizada por meio de boletim de ocorrência registrado na Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.
Durante a inspeção no gabinete, um detector portátil de radiofrequência indicou atividade incomum em três tomadas instaladas no gabinete. Os pontos analisados, originalmente destinados ao sistema de campainha, estavam inoperantes e sem função identificada no momento da vistoria.
Ainda assim, apresentaram resposta ao equipamento, sugerindo a emissão de sinal eletromagnético compatível com possíveis transmissores ocultos. Até o momento, não há confirmação técnica sobre a natureza de eventual transmissão, seja de áudio, vídeo ou dados.
Diante dos indícios, dois dos pontos considerados suspeitos foram isolados, retirados e encaminhados para perícia técnica especializada. A análise deverá apontar a funcionalidade dos dispositivos, sua origem e eventual capacidade de captação de informações. O documento também recomenda a realização de uma varredura completa no ambiente por órgão oficial.
O caso foi classificado, preliminarmente, como “violação de lugar ou objeto”, conforme a Lei das Contravenções Penais. A confirmação da existência de eventual escuta clandestina dependerá do resultado da perícia.
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