Várzea Grande
Produtores rurais de VG cobram melhorias de estradas e a compra de seus produtos para merenda escolar
Várzea Grande
A Câmara Municipal de Várzea Grande, na manhã desta quarta-feira, dia 10, realizou uma audiência pública para que os produtores rurais pudessem cobrar a efetivação de seus direitos e o cumprimento da lei.
A audiência, proposto pelo vereador Rogerinho da Dakar (PSDB) e com a participação da vereadora Gisa Barros (PSB), reuniu diversas autoridades e produtores para um debate franco e direto sobre a agricultura familiar no município e a compra de seus produtos pela prefeitura para a merenda escolar.
A audiência contou com a presença de representantes do Executivo Municipal, incluindo o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, o superintendente de transporte e merenda escolar, Evaldo Mendes, procurador da prefeitura e um representante do INDEA.
Do lado da agricultura familiar, marcaram presença líderes como Laudêncio Bispo da Coopeveg, Orlando e Jairo do Formigueiro, Zito Portela do Assentamento Dorcelina Folador, além de Ademilson, Marcos do Limpo Grande e Paulo do Sadia 1, representando a diversidade produtiva do município.
A primeira pauta levantada pelos produtores foi a condição precária das estradas rurais, um obstáculo significativo para o transporte e escoamento da produção. Em resposta, o vereador Rogerinho da Dakar e a vereadora Gisa Barros se comprometeram a formalizar um requerimento para convocar o secretário de Obras, Celso Luiz, para que ele preste esclarecimentos e apresente soluções à Casa Legislativa.
A principal e mais urgente cobrança da audiência, contudo, recaiu sobre a aplicação da Lei nº 11.947/09, que estabelece que no mínimo 30% dos recursos da merenda escolar devem ser destinados à compra de alimentos diretamente da agricultura familiar.
Embora a homologação e a adjudicação tenham ocorrido em 21 de julho, e o contrato tenha sido assinado no final de agosto, a Secretaria de Educação ainda não realizou os pedidos para a entrega dos produtos.
Produtores relataram também experiências passadas em que a emissão da nota fiscal levava até 20 dias após a entrega dos produtos, e o recebimento dos valores era ainda mais demorado. Essa falta de agilidade no processo de liquidação impacta diretamente o fluxo de caixa dos agricultores, dificultando novos investimentos e a continuidade da produção.
O vereador Rogerinho da Dakar encerrou a audiência reforçando o compromisso da Câmara em fiscalizar e cobrar do Executivo a efetivação dos pedidos, garantindo que a lei seja cumprida em benefício tanto da economia local quanto da qualidade da merenda escolar dos estudantes de Várzea Grande.
Mato Grosso
Flávia Moretti denuncia possível espionagem no Paço Couto Magalhães
Um possível caso de escuta clandestina no gabinete da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), passou a ser apurado após a identificação de sinais eletromagnéticos considerados atípicos em pontos de energia do local.
A suspeita surgiu durante uma varredura técnica, realizada em 19 de março, e foi formalizada por meio de boletim de ocorrência registrado na Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.
Durante a inspeção no gabinete, um detector portátil de radiofrequência indicou atividade incomum em três tomadas instaladas no gabinete. Os pontos analisados, originalmente destinados ao sistema de campainha, estavam inoperantes e sem função identificada no momento da vistoria.
Ainda assim, apresentaram resposta ao equipamento, sugerindo a emissão de sinal eletromagnético compatível com possíveis transmissores ocultos. Até o momento, não há confirmação técnica sobre a natureza de eventual transmissão, seja de áudio, vídeo ou dados.
Diante dos indícios, dois dos pontos considerados suspeitos foram isolados, retirados e encaminhados para perícia técnica especializada. A análise deverá apontar a funcionalidade dos dispositivos, sua origem e eventual capacidade de captação de informações. O documento também recomenda a realização de uma varredura completa no ambiente por órgão oficial.
O caso foi classificado, preliminarmente, como “violação de lugar ou objeto”, conforme a Lei das Contravenções Penais. A confirmação da existência de eventual escuta clandestina dependerá do resultado da perícia.
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