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Projeto de Aquaponia pode fortalecer cadeia produtiva de pescado

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Equipe técnica da SEMMADRS Várzea Grande foi até Tangará da Serra visitar projeto uma produção que permite duas despescas de tilápia ao ano e colheitas mensais de alface, com retorno econômico relevante para pequenos produtores

Uma equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS) de Várzea Grande visitou o Instituto Resgate João Pizzato, em Tangará da Serra, para conhecer de perto o projeto de Aquaponia, iniciativa que alia tecnologia sustentável à geração de renda.

O sistema une a criação de tilápias e o cultivo de hortaliças em estufa, aproveitando a água dos tanques para irrigação e filtragem natural. Em Tangará, são mantidos seis tanques de 5 mil litros cada, com dois mil peixes, além de uma estufa com capacidade atual para dois mil pés de alface, podendo ser ampliada para sete mil. A produção permite duas despescas de tilápia ao ano e colheitas mensais de alface, com retorno econômico relevante para pequenos produtores.

Segundo o coordenador de Desenvolvimento Rural, Leandro Luiz da Silva, que acompanhou a visita ao lado da engenheira agrônoma Marianne Barros Cícero de Sá, o modelo pode ser aplicado em Várzea Grande: “Esse projeto tem grande potencial de implantação no Município, especialmente porque a Secretaria de Agricultura Familiar de Mato Grosso (Seaf-MT). pretende instalar uma empresa de beneficiamento de pescado. Para isso, precisamos estruturar a cadeia produtiva. Além do peixe, o cultivo paralelo de alface garante renda mensal estável ao pequeno produtor, com cerca de dois mil pés vendidos a R$ 5 ou R$ 6 cada, o que pode gerar até R$ 10 mil mensais por família”, destacou.

O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável reforçou o compromisso da gestão em apoiar iniciativas que fortaleçam o pequeno produtor. “Projetos viáveis como esse, em parceria com o governo do Estado por meio da Seaf, podem transformar a realidade rural. Cada unidade implantada gira em torno de R$ 200 mil e representa investimento em produção, sustentabilidade e inclusão social, pois o projeto pode também beneficiar uma ação social Município”, ressaltou.

Durante a visita, a comitiva também conheceu o trabalho desenvolvido pela Comunidade Terapêutica Resgate e Liberdade, mantida pelo Instituto João Pizzato, que atua na prevenção e tratamento de dependentes químicos, promovendo recuperação, reintegração social e apoio familiar e que é beneficiada pelo Projeto de Aquaponia em Tangará da Serra.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Flávia Moretti denuncia possível espionagem no Paço Couto Magalhães

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Um possível caso de escuta clandestina no gabinete da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), passou a ser apurado após a identificação de sinais eletromagnéticos considerados atípicos em pontos de energia do local.

A suspeita surgiu durante uma varredura técnica, realizada em 19 de março, e foi formalizada por meio de boletim de ocorrência registrado na Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.

Durante a inspeção no gabinete, um detector portátil de radiofrequência indicou atividade incomum em três tomadas instaladas no gabinete. Os pontos analisados, originalmente destinados ao sistema de campainha, estavam inoperantes e sem função identificada no momento da vistoria.

Ainda assim, apresentaram resposta ao equipamento, sugerindo a emissão de sinal eletromagnético compatível com possíveis transmissores ocultos. Até o momento, não há confirmação técnica sobre a natureza de eventual transmissão, seja de áudio, vídeo ou dados.

Diante dos indícios, dois dos pontos considerados suspeitos foram isolados, retirados e encaminhados para perícia técnica especializada. A análise deverá apontar a funcionalidade dos dispositivos, sua origem e eventual capacidade de captação de informações. O documento também recomenda a realização de uma varredura completa no ambiente por órgão oficial.

O caso foi classificado, preliminarmente, como “violação de lugar ou objeto”, conforme a Lei das Contravenções Penais. A confirmação da existência de eventual escuta clandestina dependerá do resultado da perícia.

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