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Vereador Galibert cobra manutenção de ruas no Residencial Nair Sacre

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Na sessão ordinária desta terça-feira (09), o vereador Galibert utilizou a tribuna para reforçar um pedido já feito anteriormente à Secretaria Municipal de Obras. A cobrança é para que seja realizado, com urgência, o serviço de tapa-buraco e recapeamento nas vias do Residencial Nair Sacre, a fim de evitar a suspensão da linha de ônibus que atende a comunidade local.

O parlamentar destacou que a solicitação já havia sido apresentada meses atrás, após reivindicação de moradores que lutaram para garantir o transporte coletivo no bairro. Segundo ele, a empresa responsável pelo serviço chegou a alterar o trajeto provisoriamente, aguardando a atuação da Prefeitura, mas até o momento nenhuma medida efetiva foi adotada.

“Já se passaram mais de 30 dias desde o meu último pedido nesta tribuna e a Secretaria de Obras não cumpriu com sua função de atender o clamor da população. Hoje, o responsável pela União Transporte nos informou que a linha pode ser retirada. Será que o secretário tem interesse em colocar em risco o direito da comunidade para favorecer interesses próprios? Linha de ônibus é prioridade, é direito da população”, ressaltou Galibert.

Por fim, o vereador cobrou sensibilidade da pasta responsável: “Peço ao secretário que coloque a mão na consciência, ande pela cidade, veja a realidade e cumpra seu papel, garantindo que o povo várzea-grandense tenha o transporte público funcionando de forma digna”.

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Flávia Moretti denuncia possível espionagem no Paço Couto Magalhães

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Um possível caso de escuta clandestina no gabinete da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), passou a ser apurado após a identificação de sinais eletromagnéticos considerados atípicos em pontos de energia do local.

A suspeita surgiu durante uma varredura técnica, realizada em 19 de março, e foi formalizada por meio de boletim de ocorrência registrado na Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.

Durante a inspeção no gabinete, um detector portátil de radiofrequência indicou atividade incomum em três tomadas instaladas no gabinete. Os pontos analisados, originalmente destinados ao sistema de campainha, estavam inoperantes e sem função identificada no momento da vistoria.

Ainda assim, apresentaram resposta ao equipamento, sugerindo a emissão de sinal eletromagnético compatível com possíveis transmissores ocultos. Até o momento, não há confirmação técnica sobre a natureza de eventual transmissão, seja de áudio, vídeo ou dados.

Diante dos indícios, dois dos pontos considerados suspeitos foram isolados, retirados e encaminhados para perícia técnica especializada. A análise deverá apontar a funcionalidade dos dispositivos, sua origem e eventual capacidade de captação de informações. O documento também recomenda a realização de uma varredura completa no ambiente por órgão oficial.

O caso foi classificado, preliminarmente, como “violação de lugar ou objeto”, conforme a Lei das Contravenções Penais. A confirmação da existência de eventual escuta clandestina dependerá do resultado da perícia.

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