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Vereador Sardinha cobra melhorias na infraestrutura do bairro Mapim durante sessão

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Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Várzea Grande, nesta terça-feira (17), o vereador Sardinha (MDB) utilizou a tribuna para chamar a atenção do Poder Executivo quanto às condições de infraestrutura no bairro Mapim, em especial na Rua Aroeira.

Em seu pronunciamento, o parlamentar relatou ter recebido demandas de moradores da região, destacando dificuldades enfrentadas pela população, como a falta de manutenção nas vias, o que tem dificultado o acesso de veículos, serviços de entrega e até atendimentos de emergência.

O vereador ressaltou que, segundo os relatos, a situação se arrasta há anos, gerando transtornos constantes aos moradores. Ele reforçou a necessidade de ações efetivas por parte da Secretaria Municipal responsável, com serviços de patrolamento, cascalhamento e melhorias na trafegabilidade.

Sardinha também questionou a estrutura administrativa da pasta, mencionando preocupações quanto à transparência e à eficiência na aplicação dos recursos públicos. O parlamentar defendeu que haja melhor organização e planejamento para garantir que os serviços cheguem de forma adequada à população.

Ainda durante sua fala, o vereador destacou a importância de valorização dos trabalhadores que atuam diretamente na manutenção das vias, ressaltando as dificuldades enfrentadas por esses profissionais no dia a dia.

Ao final, Sardinha reforçou seu compromisso em continuar acompanhando a situação e cobrando providências, com o objetivo de assegurar melhores condições de infraestrutura e qualidade de vida aos moradores do bairro Mapim.

A Câmara Municipal segue como espaço de debate e encaminhamento das demandas da população, contribuindo para a busca de soluções que atendam aos interesses da comunidade várzea-grandense.

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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