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Banda e Orquestra Sinfônica do Recife celebram período junino

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Os instrumentos de cordas, madeiras, metais e percussão da Banda e da Orquestra Sinfônica do Recife também vão celebrar o período junino com todos os seus acordes. Nesta quarta (18) e quinta-feira, na capital pernambucana, os músicos dos dois grupos vão promover o encontro entre o erudito e a música popular dos arraiás em duas apresentações especiais e gratuitas abertas ao público.

Hoje, a partir das 20h, acontece o concerto da Banda Sinfônica do Recife, no Teatro do Parque, que vai contar com a participação do poeta do forró pernambucano, o cantor e compositor Petrúcio Amorim. Com regência de Nilson Lopes, o concerto da Banda vai passear pelo repertório de Petrúcio, além de outras referência do cancioneiro nordestino como Luiz Gonzaga e Hermeto Pascoal.

Já na quinta-feira, também a partir das 20h, o São João sinfônico fica por conta da Orquestra do Recife, que sobe ao palco principal do Sítio Trindade, um dos arraiás mais tradicionais da capital. Os músicos regidos pelo maestro Lanfranco Marcelletti vão apresentar cinco peças musicais para homenagear também vários compositores que no presentearam com clássicos do forró, xaxado e baião. A apresentação vai contar com a participação das cantoras Mariana Aydar e Bia Marinho e dos sanfoneiros Beto Hortis e Marcelo Caldi, que também assinam alguns arranjos do repertório que será apresentado.

Os ingressos para apresentação da Banda Sinfônica, que acontece logo mais, vão ser distribuídos na bilheteria do Teatro do Parque, a partir das 19h. Já a entrada para o concerto da Orquestra, amanhã, está liberada para todo o público do arraial do Sítio Trindade, localizado no bairro Casa Amarela.


Fonte: EBC Cultura

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Muito além da loira fatal: mostra celebra 100 anos de Marilyn Monroe

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No dia 1º de junho, um dos grandes ícones da era de ouro de Hollywood completaria 100 anos: a atriz estadunidense Marilyn Monroe. Para marcar a data, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo apresenta a “Mostra Marilyn Monroe 100 anos” com a exibição de doze filmes estrelados pela artista.

Marilyn se consagrou no imaginário da cultura pop como a loira fatal. Mesmo quem não assistiu ao filme “O Pecado Mora ao Lado”, dirigido por Billy Wilder, deve conhecer a famosa cena da loira com o vestido branco esvoaçante na grade do metrô.

Julgada à época pela aparência, numa indústria dominada por homens, a atriz teve uma carreira de 15 anos entre o primeiro e último filme não finalizado. Ela morreu aos 36 anos, em agosto de 1962, vítima de uma overdose de remédios.


Retrato
Retrato

Retrato “Marilyn”, serigrafia de Andy Warhol.

Nascida Norma Jeane Mortenson na cidade de Los Angeles, ela passou a infância entre orfanatos e lares adotivos, começou a carreira como modelo e adotou Marilyn Monroe como nome artístico.

Alçada à fama em filmes como “Os Homens Preferem as Loiras”, e “Quanto Mais Quente Melhor”, além de “O Pecado Mora ao Lado”, Marilyn queria ser vista para além dos estereótipos que interpretava. Ela foi pioneira ao ser uma das primeiras mulheres a criar uma produtora de filmes em 1954 para ter mais controle da própria carreira.

Com a vida privada espetacularizada, o talento de Marilyn Monroe muitas vezes foi reduzido à imagem de ícone frágil e trágico. Nesta semana, o público tem a chance de fazer uma imersão na filmografia da atriz, na mostra que acontece no Museu da Imagem e do Som na capital paulista.

A curadoria, feita por André Sturm, deu destaque a trabalhos menos conhecidos estrelados por Marilyn: do primeiro papel com fala da atriz, no filme “Idade Perigosa”, ao primeiro papel de protagonista em “Mentira salvadora”. Tem ainda “Só a mulher peca”, drama noir de Fritz Lang, “O rio das almas perdidas” de Otto Preminger e dois longas de John Huston “O segredo das joias” e “Os desajustados”.

A mostra segue até o próximo domingo (7) e os ingressos custam entre R$ 3 e R$ 6. Detalhes da programação no site do MIS e, quem visitar o local, também pode conferir a última sessão de fotos de Marilyn Monroe, feitas numa entrevista para a revista Life na casa da atriz pelo fotógrafo Allan Grant. Muitas das fotografias da sessão, não publicadas na revista, chegam ao público pela primeira vez.


Fonte: EBC Cultura

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