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Bloco de 90 anos é destaque no Carnaval maranhense

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Longe dos palcos, camarotes, festas privadas e trios elétricos que recebem as atrações nacionais neste Carnaval em São Luís, no Maranhão, o boêmio bairro da Madre Deus será reduto dos grupos e blocos mais tradicionais da capital.  Noventa atrações vão animar o Carnaval no bairro.

A partir desta sexta-feira até o próximo dia 17, o Circuito Vem Pra Madre vai receber cerca de 90 atrações, permitindo que os foliões se divirtam em três pontos diferentes: o Palco do Gavião; o Palco São Jorge e o Palco Ponto de Fuga.

Serão seis a cada dia, considerando os três espaços, com as apresentações começando sempre às seis da tarde. 

Blocos tradicionais, afros, alternativos, o tambor de crioula e os grupos de samba é que farão a festa para os foliões nestes 5 dias de programação.

Nesta sexta-feira, o Carnaval começa no circuito com o Blocão do Nina, Bloco do Reggae Gdam, Tô Com Jhon, Blocão SDS, Bloco da Cruz e Bloco do Azedinho.

No domingo, além das apresentações nos palcos, o destaque é o batizado do Bloco “Os Fuzileiros da Fuzarca”, que este ano comemora 90 anos de fundação, sendo considerado o bloco de carnaval mais antigo em atividade em São Luís.

A batucada será a partir das quatro da tarde, na sede do bloco, que fica na rua Afrânio Peixoto.

Depois dos 5 dias de carnaval, os moradores do bairro e foliões que não querem deixar a festa acabar já avisam que São João tá logo ali. No próximo dia 18, com concentração a partir das sete da manhã, no Largo do Caroçudo, acontece o tradicional “Boi de Cinzas”. Sob o ritmo das Matracas e pandeirões os amantes da cultura do Bumba Meu Boi fazem a festa pelas ruas do Bairro da Madre Deus, na primeira prévia junina de São Luís.


Fonte: EBC Cultura

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Muito além da loira fatal: mostra celebra 100 anos de Marilyn Monroe

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No dia 1º de junho, um dos grandes ícones da era de ouro de Hollywood completaria 100 anos: a atriz estadunidense Marilyn Monroe. Para marcar a data, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo apresenta a “Mostra Marilyn Monroe 100 anos” com a exibição de doze filmes estrelados pela artista.

Marilyn se consagrou no imaginário da cultura pop como a loira fatal. Mesmo quem não assistiu ao filme “O Pecado Mora ao Lado”, dirigido por Billy Wilder, deve conhecer a famosa cena da loira com o vestido branco esvoaçante na grade do metrô.

Julgada à época pela aparência, numa indústria dominada por homens, a atriz teve uma carreira de 15 anos entre o primeiro e último filme não finalizado. Ela morreu aos 36 anos, em agosto de 1962, vítima de uma overdose de remédios.


Retrato
Retrato

Retrato “Marilyn”, serigrafia de Andy Warhol.

Nascida Norma Jeane Mortenson na cidade de Los Angeles, ela passou a infância entre orfanatos e lares adotivos, começou a carreira como modelo e adotou Marilyn Monroe como nome artístico.

Alçada à fama em filmes como “Os Homens Preferem as Loiras”, e “Quanto Mais Quente Melhor”, além de “O Pecado Mora ao Lado”, Marilyn queria ser vista para além dos estereótipos que interpretava. Ela foi pioneira ao ser uma das primeiras mulheres a criar uma produtora de filmes em 1954 para ter mais controle da própria carreira.

Com a vida privada espetacularizada, o talento de Marilyn Monroe muitas vezes foi reduzido à imagem de ícone frágil e trágico. Nesta semana, o público tem a chance de fazer uma imersão na filmografia da atriz, na mostra que acontece no Museu da Imagem e do Som na capital paulista.

A curadoria, feita por André Sturm, deu destaque a trabalhos menos conhecidos estrelados por Marilyn: do primeiro papel com fala da atriz, no filme “Idade Perigosa”, ao primeiro papel de protagonista em “Mentira salvadora”. Tem ainda “Só a mulher peca”, drama noir de Fritz Lang, “O rio das almas perdidas” de Otto Preminger e dois longas de John Huston “O segredo das joias” e “Os desajustados”.

A mostra segue até o próximo domingo (7) e os ingressos custam entre R$ 3 e R$ 6. Detalhes da programação no site do MIS e, quem visitar o local, também pode conferir a última sessão de fotos de Marilyn Monroe, feitas numa entrevista para a revista Life na casa da atriz pelo fotógrafo Allan Grant. Muitas das fotografias da sessão, não publicadas na revista, chegam ao público pela primeira vez.


Fonte: EBC Cultura

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