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Brasil recebe 300 mil estrangeiros no Carnaval

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O Brasil recebeu 300 mil visitantes estrangeiros, somente no carnaval, um crescimento de 17% em relação a 2025. Para se ter uma ideia, esse volume representa cerca de 30% de toda a movimentação internacional de um mês inteiro concentrada em apenas sete dias.

Os dados foram divulgados pela Embratur, Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, vinculada ao Ministério do Turismo.

O impacto econômico também foi expressivo. A receita gerada pelos turistas internacionais durante o Carnaval chegou a quase 186 milhões de dólares em todo o Brasil.

Do total de 300 mil estrangeiros que vieram ao Brasil para a festa, 110 mil escolheram o Rio de Janeiro como destino. O número representa 36% de todas as chegadas internacionais no período. Ou seja, quatro em cada dez turistas internacionais que escolheram o Brasil para o Carnaval ficaram na capital fluminense. 

Na comparação com 2025, o Rio registrou crescimento de 9% no turismo internacional, consolidando-se como a principal porta de entrada do país durante a festa. Apenas com os gastos dos turistas estrangeiros, a cidade movimentou cerca de 67 milhões de dólares.

Além do protagonismo do Rio de Janeiro, outros estados brasileiros também registraram fluxo expressivo de visitantes de fora do país. São Paulo aparece na sequência, com a entrada de aproximadamente 23,5% do total de turistas internacionais.

Destes números, a Bahia recebeu cerca de 7,5% de turistas estrangeiros, enquanto Pernambuco contabilizou 4,9% das chegadas.

Já Minas Gerais registrou 1,5% dos turistas internacionais e 26,6% dos visitantes escolheram outros destinos espalhados pelo país.


Fonte: EBC Cultura

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Começou nesta sexta-feira, em São Luís, festival Reggae Raiz

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São Luís do Maranhão, conhecida como a Jamaica Brasileira, sedia o “Reggae Raiz”, intercâmbio cultural que reúne personalidades, artistas e pesquisadores que cultuam o movimento Reggae no Maranhão e na Bahia.

Cerca de 65 representantes do cenário do reggae baiano já estão na capital do Maranhão. E vão participar até domingo (19) do evento criado para fortalecer a relação dos dois estados, que compartilham muitas conexões do ritmo jamaicano. Tanto no Maranhão, quanto na Bahia, o reggae acabou ganhando suas particularidades em sonoridade, dança, dentre outras características, mas sem deixar de ser mais um ponto de resistência da identidade, da ancestralidade negra e da cultura afro no Brasil.

Amantes do reggae, artistas, empreendedores, colecionadores de vinil, influenciadores digitais, coletivos e militantes da cultura regueira participam da programação que inclui visitas ao Museu do Reggae, ao Mercado Público, à Praça do Reggae e aos tradicionais bares de radiola da capital maranhense, locais que contribuem com a preservação  e a difusão da cultura regueira. 

A iniciativa do intercâmbio é encabeçada por Albino Apolinário, presidente do bloco Reggae O Bloco e fundador do primeiro bar de reggae do Pelourinho, e por Ademar Danilo, jornalista e diretor do Museu do Reggae do Maranhão.

Neste sábado, os convidados baianos e o público em geral participam do Rasta Reggae Festival, na Nova Matuto Show,  que recebe as bandas jamaicanas The Gladiators e The Gables, além da lenda do reggae, o também jamaicano Horace Johnson, que se apresenta  pela primeira vez no Brasil.

São Luís é reconhecida oficialmente por lei federal, publicada em 2023, como a Capital Nacional do Reggae.


Fonte: EBC Cultura

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