Cultura
Capital Moto Week 2025 começa nesta quinta-feira em Brasília
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Um dos maiores festivais de motos e rock da América Latina, o Capital Moto Week 2025 começa nesta quinta-feira (24), em Brasília, e vai até o dia 2 de agosto, com mais de 100 shows, que prometem ferver a capital federal.

Segundo o organizador do Capital Moto Week, Pedro Afonso Franco, o evento atrairá cerca de 800 mil pessoas e 1,8 mil motoclubes do Brasil e do mundo:
“Existe um Capital Moto Week para cada um, seja no Moto Bar, seja no Saloon, seja no Lady Bikers, que é um espaço focado na economia criativa e no empreendedorismo feminino. E, claro, o palco principal, que traz aí uma diversidade de shows.”
Rock and roll para todos os gostos
Oitenta e nove bandas vão tocar o que há de mais vibrante no universo do rock: do clássico ao alternativo, do metal ao punk, do reggae ao hard rock. Sessenta delas são do DF, 11, de São Paulo e o restante, de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco e Rio Grande do Sul.
A abertura, nesta quinta-feira, ficará por conta do grupo Biquini Cavadão. Na sexta, tocam os Paralamas do Sucesso e, no sábado, Capital Inicial. Samuel Rosa canta no domingo, dia do motociclista. Também estão previstos shows de Angra, Lobão, Cidade Negra, Charlie Brown Jr. e Detonautas. Na cota internacional, o show fica por conta da banda canadense Magic.
Complexo de mais de 320 mil m²
Tudo isso em um complexo de mais de 320 mil m² no Parque Granja do Torto, em Brasília. A expectativa para esta edição é movimentar R$ 60 milhões na economia do Distrito Federal.
Pedro Afonso Franco destaca ainda que o espaço do festival oferece uma programação variada, com atrações como tirolesa, bungee jump e roda-gigante. O complexo também conta com diversos banheiros, chuveiros e fraldário, além de áreas acessíveis para PCD.
“Os nossos espaços temáticos estão completamente renovados. O Saloon tem uma capacidade ampliada, com um mezanino, um segundo andar. E mais de 25 shows no melhor estilo country rock, folk, blues, rockabilly, realmente trazendo uma experiência imersiva a todos”, destaca.
Sustentabilidade
De acordo com os organizadores, o festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zero em emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade.
Os portões de acesso ao festival abrem ao meio-dia, de segunda a sexta, e às 9h, nos sábados e domingos.
As informações completas do evento estão no site bilheteriadigital.com.
*Com colaboração de Oussama El Ghaouri
Cultura
Muito além da loira fatal: mostra celebra 100 anos de Marilyn Monroe
No dia 1º de junho, um dos grandes ícones da era de ouro de Hollywood completaria 100 anos: a atriz estadunidense Marilyn Monroe. Para marcar a data, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo apresenta a “Mostra Marilyn Monroe 100 anos” com a exibição de doze filmes estrelados pela artista.

Marilyn se consagrou no imaginário da cultura pop como a loira fatal. Mesmo quem não assistiu ao filme “O Pecado Mora ao Lado”, dirigido por Billy Wilder, deve conhecer a famosa cena da loira com o vestido branco esvoaçante na grade do metrô.
Julgada à época pela aparência, numa indústria dominada por homens, a atriz teve uma carreira de 15 anos entre o primeiro e último filme não finalizado. Ela morreu aos 36 anos, em agosto de 1962, vítima de uma overdose de remédios.
Nascida Norma Jeane Mortenson na cidade de Los Angeles, ela passou a infância entre orfanatos e lares adotivos, começou a carreira como modelo e adotou Marilyn Monroe como nome artístico.
Alçada à fama em filmes como “Os Homens Preferem as Loiras”, e “Quanto Mais Quente Melhor”, além de “O Pecado Mora ao Lado”, Marilyn queria ser vista para além dos estereótipos que interpretava. Ela foi pioneira ao ser uma das primeiras mulheres a criar uma produtora de filmes em 1954 para ter mais controle da própria carreira.
Com a vida privada espetacularizada, o talento de Marilyn Monroe muitas vezes foi reduzido à imagem de ícone frágil e trágico. Nesta semana, o público tem a chance de fazer uma imersão na filmografia da atriz, na mostra que acontece no Museu da Imagem e do Som na capital paulista.
A curadoria, feita por André Sturm, deu destaque a trabalhos menos conhecidos estrelados por Marilyn: do primeiro papel com fala da atriz, no filme “Idade Perigosa”, ao primeiro papel de protagonista em “Mentira salvadora”. Tem ainda “Só a mulher peca”, drama noir de Fritz Lang, “O rio das almas perdidas” de Otto Preminger e dois longas de John Huston “O segredo das joias” e “Os desajustados”.
A mostra segue até o próximo domingo (7) e os ingressos custam entre R$ 3 e R$ 6. Detalhes da programação no site do MIS e, quem visitar o local, também pode conferir a última sessão de fotos de Marilyn Monroe, feitas numa entrevista para a revista Life na casa da atriz pelo fotógrafo Allan Grant. Muitas das fotografias da sessão, não publicadas na revista, chegam ao público pela primeira vez.
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