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Carnaval: ingressos das frisas do Sambódromo do Rio estão disponíveis

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Recomeçaram esta manhã as vendas de ingressos das frisas no Sambódromo do Rio para o Carnaval 2026. Para quem não conhece a passarela do samba, as frisas são áreas exclusivas, com seis lugares, onde os espectadores podem assistir aos desfiles mais próximos da pista.

Segundo a Liesa, Liga Independente das Escolas de Samba, a comercialização desses espaços acontece diretamente na plataforma da Ticketmaster, com pagamento à vista, por PIX. Nesta etapa, a venda é destinada apenas a pessoas físicas e os valores são os mesmos da primeira fase de comercialização, realizada no último dia 18. Eles variam entre R$ 1.800 e R$ 10.000.

Os interessados devem acessar a plataforma, entrar na fila de espera e, em seguida, escolher o dia e setor desejados. Cada pessoa vai poder comprar uma única frisa por vez. Então, quem quiser ingressos para mais de um dia de desfile, terá de concluir o primeiro pedido, efetuar o pagamento e depois retornar ao menu da plataforma para realizar nova solicitação. No entanto, o comprador só poderá adquirir uma frisa por dia de desfile e também para o Sábado das Campeãs.

Os desfiles do Grupo Especial do Carnaval 2026 estão marcados para os dias 15, 16 e 17 de fevereiro, reunindo quatro agremiações em cada um. No dia 21, Sábado das Campeãs, retornam à passarela as seis escolas de samba com as melhores notas.


Fonte: EBC Cultura

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Mostra no Rio reúne obras de mulheres da região Norte

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A potência e a diversidade da arte contemporânea produzida por mulheres dos estados do Pará, Acre e Amazonas é o tema da exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas”, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro.

A mostra reúne 80 obras, de 21 artistas, e ocupa todas as salas do segundo andar do espaço, depois de já ter passado por Belém, Fortaleza e Brasília.

A idealização do projeto é do Museu das Mulheres, primeiro museu brasileiro dedicado a valorizar e dar visibilidade à produção artística, cultural e histórica de mulheres.

A diretora artística e curadora da mostra, Sissa Aneleh, fala sobre como surgiu a ideia da exposição.

“Eu encontrei as artistas amazônicas a partir da minha pesquisa de mestrado e doutorado em arte voltada para as mulheres e história da arte, reunindo 16 anos de investigação. Como historiadora da arte, considero a arte contemporânea amazônica feminina consolidada a ponto de já ser um capítulo da arte brasileira que deve ser reconhecido por sua contribuição ao Brasil”.

Na mostra, são apresentadas obras produzidas desde a década de 1970 até os dias de hoje, em diferentes suportes, como pintura, escultura, fotografia e videoarte. Entre as artistas participantes estão Auá Mendes, Keila-Sankofa e Bárbara Savannah. A curadora fala sobre os temas abordados e explica a escolha das profissionais.

“As obras abordam artivismo, o corpo como obra, culturas amazônica, indígena, afro-brasileira, pré-história e tecnologias amazônicas, a arte do afeto que é muito presente na região, biografias e ancestralidades femininas. Todas essas temáticas se potencializam com a abordagem da história das mulheres que todas as artistas apresentam. Foi decisivo o conjunto da obra de cada artista e da sua permanência nas temáticas da cultura e do universo feminino amazônicos”.

O espaço expositivo conta ainda com um ambiente imersivo, que leva os visitantes para uma experiência interativa com uma parte da mostra, como explica Sissa Aneleh.

“Algumas obras da exposição podem ser visualizadas em sala espacial com óculos 3D e visão em 360 graus. Também exibimos um filme em realidade virtual do acervo do Museu das Mulheres. O espaço é imperdível”.

A questão da acessibilidade para diferentes públicos é outro elemento importante da exposição, com diversos recursos empregados e visitas guiadas, como destaca Sissa.

“As exposições do Museu das Mulheres têm por padrão a garantia da acessibilidade de todos os públicos. Na exposição Amazônicas temos obras táteis, áudio descrição de obras e intérprete de libras. O projeto conta com kit de acessibilidade para o público neurodivergente, além de contratação de profissionais PCD e neurodiversos”.

Outras atividades que fazem parte do projeto são a programação formativa e oficinas de economia criativa voltadas para mulheres, além da programação educativa para crianças e jovens.

A mostra tem entrada franca e segue até o dia 16 de novembro!


Fonte: EBC Cultura

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