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Clube das Musas, de Fortaleza, realiza Sarau e Feira Literária

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Aberto ao público, gratuito e com microfone liberado. Estou falando do Sarau e Feira Literária, evento que acontece todo o semestre no Cantinho do Frango, espaço cultural e gastronômico de Fortaleza. A iniciativa é do Clube das Musas, encontro de escritoras que se realiza mensalmente no local.

É no Sarau e Feira Literária que proliferam livros de poesia, contos, romances e outras narrativas escritas e publicadas por mulheres que ocupam cada vez mais a cena cultural da cidade. A mediação e curadoria são da cantora, compositora e a escritora Mona Gadelha, que dá detalhes do Clube das Musas e do Sarau e Feira Literária.

“O Clube das Musas acontece toda primeira quinta-feira do mês, no Cantinho do Frango às 19 horas, como uma atividade gratuita, aberta a todas as pessoas interessadas em literatura, especialmente em literatura feminina no Ceará. E a cada seis meses o clube realiza um grande sarau, com a participação da maioria das escritoras que passaram pelo clube durante o semestre”.

E no Sarau estarão as escritoras do Clube das Musas para discorrer sobre suas obras com leitura junto com o público, noitada de autógrafos e conversas mediadas por Mona Gadelha, que fala sobre a programação do evento, que desta vez abre a temporada de férias na cidade.

“Neste 3 de julho, abrindo a temporada de férias, já que estamos no mês das férias, acontece o Sarau com participação de praticamente 20 escritoras confirmadas até agora, mas esse número pode crescer e também estamos de braços abertos para receber todas as pessoas que queiram participar desta atividade, lendo o seu poema, lendo sua crônica, trecho do seu ensaio, do seu romance. A ideia realmente é uma grande ação coletiva, celebrando a literatura feminina feita no nosso estado”.

O Sarau e Feira Literária, evento gratuito realizado pelo Clube das Musas, está marcado para esta quinta-feira às 19h, no Cantinho do Frango.


Fonte: EBC Cultura

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Começou nesta sexta-feira, em São Luís, festival Reggae Raiz

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São Luís do Maranhão, conhecida como a Jamaica Brasileira, sedia o “Reggae Raiz”, intercâmbio cultural que reúne personalidades, artistas e pesquisadores que cultuam o movimento Reggae no Maranhão e na Bahia.

Cerca de 65 representantes do cenário do reggae baiano já estão na capital do Maranhão. E vão participar até domingo (19) do evento criado para fortalecer a relação dos dois estados, que compartilham muitas conexões do ritmo jamaicano. Tanto no Maranhão, quanto na Bahia, o reggae acabou ganhando suas particularidades em sonoridade, dança, dentre outras características, mas sem deixar de ser mais um ponto de resistência da identidade, da ancestralidade negra e da cultura afro no Brasil.

Amantes do reggae, artistas, empreendedores, colecionadores de vinil, influenciadores digitais, coletivos e militantes da cultura regueira participam da programação que inclui visitas ao Museu do Reggae, ao Mercado Público, à Praça do Reggae e aos tradicionais bares de radiola da capital maranhense, locais que contribuem com a preservação  e a difusão da cultura regueira. 

A iniciativa do intercâmbio é encabeçada por Albino Apolinário, presidente do bloco Reggae O Bloco e fundador do primeiro bar de reggae do Pelourinho, e por Ademar Danilo, jornalista e diretor do Museu do Reggae do Maranhão.

Neste sábado, os convidados baianos e o público em geral participam do Rasta Reggae Festival, na Nova Matuto Show,  que recebe as bandas jamaicanas The Gladiators e The Gables, além da lenda do reggae, o também jamaicano Horace Johnson, que se apresenta  pela primeira vez no Brasil.

São Luís é reconhecida oficialmente por lei federal, publicada em 2023, como a Capital Nacional do Reggae.


Fonte: EBC Cultura

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