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Em SP, mostra Paiter Suruí apresenta, em fotos, o cotidiano da etnia

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Uma exposição em cartaz em São Paulo revela um acervo inédito de fotografias familiares do povo indígena Paiter Suruí, que vive entre os estados de Rondônia e Mato Grosso.

A mostra Paiter Suruí, Gente de Verdade narra a história e o cotidiano desta etnia, ao exibir mais de 900 imagens feitas em sua maioria pelos próprios indígenas desde os anos 1970.

Foi nessa época que as câmeras chegaram ao território da Terra Indígena Sete de Setembro e passaram a ser utilizadas pela população local.

O acervo de fotografias analógicas das famílias indígenas exibido na exposição documenta o dia a dia no território, aniversários, casamentos, batizados e competições esportivas, além dos desafios decorrentes dos contatos com os não indígenas.

A curadora da exposição Lahayda Poma destaca o ineditismo e a beleza do material da mostra, como um grande álbum de família, composto de registros informais e pessoais do povo Paiter Suruí.

As imagens do acervo histórico estavam armazenadas nas casas das famílias, guardadas em álbuns, caixas e estantes das diferentes aldeias do território indígena.

Agora, a história, as tradições, os afetos, o cotidiano e a resistência do povo Paiter Suruí são narrados a partir de seus próprios vídeos e fotografias, reunidos pelo Coletivo Lakapoy, um grupo pioneiro de audiovisual indígena.

A curadora Lahayada conta que a mostra reúne ainda entrevistas, objetos artesanais e fotos contemporâneas.

A exposição Paiter Suruí, Gente de Verdade fica em cartaz no Instituto Moreira Salles, na avenida Paulista, até 02 de novembro. A entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

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Muito além da loira fatal: mostra celebra 100 anos de Marilyn Monroe

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No dia 1º de junho, um dos grandes ícones da era de ouro de Hollywood completaria 100 anos: a atriz estadunidense Marilyn Monroe. Para marcar a data, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo apresenta a “Mostra Marilyn Monroe 100 anos” com a exibição de doze filmes estrelados pela artista.

Marilyn se consagrou no imaginário da cultura pop como a loira fatal. Mesmo quem não assistiu ao filme “O Pecado Mora ao Lado”, dirigido por Billy Wilder, deve conhecer a famosa cena da loira com o vestido branco esvoaçante na grade do metrô.

Julgada à época pela aparência, numa indústria dominada por homens, a atriz teve uma carreira de 15 anos entre o primeiro e último filme não finalizado. Ela morreu aos 36 anos, em agosto de 1962, vítima de uma overdose de remédios.


Retrato
Retrato

Retrato “Marilyn”, serigrafia de Andy Warhol.

Nascida Norma Jeane Mortenson na cidade de Los Angeles, ela passou a infância entre orfanatos e lares adotivos, começou a carreira como modelo e adotou Marilyn Monroe como nome artístico.

Alçada à fama em filmes como “Os Homens Preferem as Loiras”, e “Quanto Mais Quente Melhor”, além de “O Pecado Mora ao Lado”, Marilyn queria ser vista para além dos estereótipos que interpretava. Ela foi pioneira ao ser uma das primeiras mulheres a criar uma produtora de filmes em 1954 para ter mais controle da própria carreira.

Com a vida privada espetacularizada, o talento de Marilyn Monroe muitas vezes foi reduzido à imagem de ícone frágil e trágico. Nesta semana, o público tem a chance de fazer uma imersão na filmografia da atriz, na mostra que acontece no Museu da Imagem e do Som na capital paulista.

A curadoria, feita por André Sturm, deu destaque a trabalhos menos conhecidos estrelados por Marilyn: do primeiro papel com fala da atriz, no filme “Idade Perigosa”, ao primeiro papel de protagonista em “Mentira salvadora”. Tem ainda “Só a mulher peca”, drama noir de Fritz Lang, “O rio das almas perdidas” de Otto Preminger e dois longas de John Huston “O segredo das joias” e “Os desajustados”.

A mostra segue até o próximo domingo (7) e os ingressos custam entre R$ 3 e R$ 6. Detalhes da programação no site do MIS e, quem visitar o local, também pode conferir a última sessão de fotos de Marilyn Monroe, feitas numa entrevista para a revista Life na casa da atriz pelo fotógrafo Allan Grant. Muitas das fotografias da sessão, não publicadas na revista, chegam ao público pela primeira vez.


Fonte: EBC Cultura

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