Cultura

Exposição imersiva homenageia Mauricio de Souza

Publicado em

Cultura

 Personagens que marcaram época e seguem encantando gerações de fãs em todo o Brasil. A Turma da Mônica e seus divertidos integrantes são as estrelas de uma grande exposição em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro.

A mostra “Viva Mauricio – Mauricio de Souza, a experiência imersiva” se aprofunda no universo do desenhista e cartunista, convidando o visitante a conhecer de forma interativa os cenários de suas histórias que sobrevivem ao tempo.

Pai de mais de 400 personagens, muitos inspirados em seus filhos e amigos, Maurício de Souza sempre será lembrado pelos traços que deram vida a Bidu, o cachorro azul; Chico Bento, Franjinha, Marina e, claro, a irrequieta Mônica, com seu coelho de pelúcia Sansão.

A mostra no CCBB faz parte das comemorações dos 90 anos deste paulista da cidade de Santa Isabel,  celebrados ao longo de 2025 com uma série de homenagens, entre elas, um filme sobre sua vida.

Marcelo Araujo Jackow, um dos curadores da mostra, explica que essa é uma forma de agradecimento a Mauricio.

 “O que a gente mais tenta, em primeiro momento, é fazer uma exposição em forma de agradecimento, ao tanto que essa pessoa fez a tantos brasileiros e existem poucas, poucos brasileiros, que são tão amados e que não tem ninguém que não conheça ele. Então, o que a gente fez foi trazer o máximo da pessoa Maurício, da criatividade Maurício, verdadeiramente nos espaços”.

O curador fala também sobre alguns dos ambientes da exposição.

 “Existe um coração da exposição, que é o bairro do Limoeiro, onde você vai poder ver o Limoeiro com o Maurício sendo a copa desse Limoeiro e depois você acessar os quartos, os personagens, sua sala, os laboratórios do Franjinha. Mas todos os ambientes são muito imersivos em cada universo de cada personagem. Por exemplo, você entrar no cemitério do Penadinho e se encontrar com os personagens ali vivos, falando, brincando, contando piada para você, é muito mágico também, né? E tem a sala da Mônica, que é da Mônica em si”.

A mostra é conduzida pela voz do próprio Mauricio de Souza e revela suas inspirações e jornada, da infância à consagração da sua obra como patrimônio cultural brasileiro.

Marcelo explica a escolha por essa forma de condução.

“A gente tinha um projeto original que foi apresentado por Mauro Souza e era uma inversão nos personagens dos seus universos. E o Mauro disse assim: “Você pensou que o Maurício faz 90 anos e as pessoas amam tanto o Maurício quanto os personagens?” E isso para mim virou a chave e nós redesenhamos todos os 24 ambientes com um novo pensamento, onde é o Maurício quem vai contar para a gente as suas histórias e isso vai deixar a experiência muito mais rica”.

A exposição possui também diversos recursos de acessibilidade, como sinalizadores táteis, audiodescrição e mapa tátil, além de guias especializados.

“Viva Mauricio – Mauricio de Souza, a experiência imersiva” fica em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil, na região central do Rio, até 13 de abril. Depois, segue para Belo Horizonte, Brasília e Salvador, onde cumprirá temporada nas unidades locais do CCBB.  A entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

Publicados

em

Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA