Cultura
Festa Literária Internacional de Paraty termina neste domingo
Cultura
Termina neste domingo (3), em Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro, a maior festa literária do país. A 23ª edição da Flip, Festa Literária Internacional de Paraty, recebe autores renomados de diversos países para participar de mesas de debate e lançamentos de livros. A edição deste ano homenageia o poeta curitibano Paulo Leminski.

Junto à programação principal do evento, mais de 30 casas parceiras oferecem eventos paralelos, com debates, conversa com escritores, apresentações de músicas e diversas oficinas. O cronograma também se volta para temas relevantes nos cenários nacional e internacional, como desigualdades, geopolítica, guerras, meio ambiente e crise climática.
Pela primeira vez na Flip, a jornalista Cíntia Rebelo conta que está encantada com a experiência:
“Eu diria que é uma experiência que divide momentos, né? Realmente achei um marco ter participado dessa Flip. E, a partir do momento em que você acompanha a primeira, você tem muita vontade de voltar em todas as próximas, porque, realmente, é algo muito rico e encantador.”
Pelas ruas de pedras coloniais da cidade de Paraty, a festa é como um encontro da literatura com a cidade, onde a criançada também tem programação garantida. Ao lado do marido e do filho de 4 anos, Cíntia conta que pôde aproveitar cada momento, em um cenário de aconchego e diversidade criativa.
A programação para hoje (2) e para amanhã pode ser encontrada em flip.org.br.
Cultura
Começou nesta sexta-feira, em São Luís, festival Reggae Raiz
São Luís do Maranhão, conhecida como a Jamaica Brasileira, sedia o “Reggae Raiz”, intercâmbio cultural que reúne personalidades, artistas e pesquisadores que cultuam o movimento Reggae no Maranhão e na Bahia.

Cerca de 65 representantes do cenário do reggae baiano já estão na capital do Maranhão. E vão participar até domingo (19) do evento criado para fortalecer a relação dos dois estados, que compartilham muitas conexões do ritmo jamaicano. Tanto no Maranhão, quanto na Bahia, o reggae acabou ganhando suas particularidades em sonoridade, dança, dentre outras características, mas sem deixar de ser mais um ponto de resistência da identidade, da ancestralidade negra e da cultura afro no Brasil.
Amantes do reggae, artistas, empreendedores, colecionadores de vinil, influenciadores digitais, coletivos e militantes da cultura regueira participam da programação que inclui visitas ao Museu do Reggae, ao Mercado Público, à Praça do Reggae e aos tradicionais bares de radiola da capital maranhense, locais que contribuem com a preservação e a difusão da cultura regueira.
A iniciativa do intercâmbio é encabeçada por Albino Apolinário, presidente do bloco Reggae O Bloco e fundador do primeiro bar de reggae do Pelourinho, e por Ademar Danilo, jornalista e diretor do Museu do Reggae do Maranhão.
Neste sábado, os convidados baianos e o público em geral participam do Rasta Reggae Festival, na Nova Matuto Show, que recebe as bandas jamaicanas The Gladiators e The Gables, além da lenda do reggae, o também jamaicano Horace Johnson, que se apresenta pela primeira vez no Brasil.
São Luís é reconhecida oficialmente por lei federal, publicada em 2023, como a Capital Nacional do Reggae.
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