Cultura
Museu Nacional do Rio reabre parcialmente sete anos após incêndio
Cultura
Destruído por um grande incêndio há quase sete anos e ainda passando por obras de restauro, o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, reabre parcialmente ao público nesta quarta-feira, 2. A programação é a exposição temporária Entre Gigantes: uma Experiência no Museu Nacional, que vai até o dia 31 de agosto. A entrada é gratuita, mas o visitante deve retirar o ingresso na plataforma Sympla.

O meteorito Bendegó, que faz parte do acervo do museu há 137 anos e que tornou um símbolo da resistência da instituição, após a tragédia, em setembro de 2018, poderá ser visto novamente. Assim como o esqueleto de uma baleia cachalote com quase 16 metros de comprimento, recém-adquirido pelo museu.
Em outra sala está a história do museu e a reconstrução do palácio bicentenário, com detalhes da arquitetura do prédio e das obras de restauro, além da exposição de duas esculturas de mármore de Carrara que também resistiram ao fogo.
A busca por financiamento para finalizar as obras do palácio histórico continua. O orçamento total é de R$ 516,8 milhões. E, R$ 347,2 milhões já foram captados com entes públicos e empresas privadas.
Até o momento, foram concluídas as restaurações de 75% das fachadas e 80% dos telhados, com a preservação das características originais do palácio, que foi residência da família real brasileira, antes de abrigar o museu.
Cultura
Começou nesta sexta-feira, em São Luís, festival Reggae Raiz
São Luís do Maranhão, conhecida como a Jamaica Brasileira, sedia o “Reggae Raiz”, intercâmbio cultural que reúne personalidades, artistas e pesquisadores que cultuam o movimento Reggae no Maranhão e na Bahia.

Cerca de 65 representantes do cenário do reggae baiano já estão na capital do Maranhão. E vão participar até domingo (19) do evento criado para fortalecer a relação dos dois estados, que compartilham muitas conexões do ritmo jamaicano. Tanto no Maranhão, quanto na Bahia, o reggae acabou ganhando suas particularidades em sonoridade, dança, dentre outras características, mas sem deixar de ser mais um ponto de resistência da identidade, da ancestralidade negra e da cultura afro no Brasil.
Amantes do reggae, artistas, empreendedores, colecionadores de vinil, influenciadores digitais, coletivos e militantes da cultura regueira participam da programação que inclui visitas ao Museu do Reggae, ao Mercado Público, à Praça do Reggae e aos tradicionais bares de radiola da capital maranhense, locais que contribuem com a preservação e a difusão da cultura regueira.
A iniciativa do intercâmbio é encabeçada por Albino Apolinário, presidente do bloco Reggae O Bloco e fundador do primeiro bar de reggae do Pelourinho, e por Ademar Danilo, jornalista e diretor do Museu do Reggae do Maranhão.
Neste sábado, os convidados baianos e o público em geral participam do Rasta Reggae Festival, na Nova Matuto Show, que recebe as bandas jamaicanas The Gladiators e The Gables, além da lenda do reggae, o também jamaicano Horace Johnson, que se apresenta pela primeira vez no Brasil.
São Luís é reconhecida oficialmente por lei federal, publicada em 2023, como a Capital Nacional do Reggae.
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