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Prêmio Mulheres no Hip Hop está com inscrições abertas

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Iniciativas que divulguem e incentivem a representatividade feminina no hip-hop brasileiro serão premiadas pelo Ministério das Mulheres. É o recém-lançado Prêmio Mulheres no Hip-Hop que destinará R$ 3 milhões para reconhecer e valorizar a atuação feminina na cultura hip-hop.  As inscrições já estão abertas e seguem até o dia 20 de julho e só podem ser feitas com o formulário disponível no site do Ministério.

Ao todo, serão contempladas 65 iniciativas, sendo 20 prêmios individuais, no valor de R$ 26.250 cada, e outros 45 prêmios no valor de R$ 55 mil cada, destinados a grupos, coletivos, ongs e crews, que são organizações sem constituição jurídica. 

Flávia Souza, representante da Frente Nacional do Hip Hop no Rio de Janeiro, falou sobre a importância da criação do Prêmio.

“Estamos muito felizes e honradas com esse lançamento desse edital; para mulheres é um marco histórico. Estou desde 1996 no hip-hop, então já fazem 27 anos de luta por inserção das mulheres, pela luta contra a violência e pela nossa liberdade de expressão”. 

A premiação buscará reconhecer as iniciativas culturais protagonizadas por mulheres que contribuíram para o desenvolvimento da cultura hip-hop nestes 40 anos da manifestação artística no Brasil. Podem se inscrever obras, atividades, produtos e ações como: projetos de composição, produção de beats, shows, vídeos, discos, arquivos audiovisuais, site, revistas, batalhas, artes visuais, pesquisas, mapeamentos, oficinas e festivais.

O Ministério das Mulheres deve anunciar nos próximos dias, através do instagram, o horário da live que ocorre no próximo dia 16 de julho para tirar dúvidas sobre o edital. 

*Com produção de Luciene Cruz.


Fonte: EBC Cultura

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Muito além da loira fatal: mostra celebra 100 anos de Marilyn Monroe

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No dia 1º de junho, um dos grandes ícones da era de ouro de Hollywood completaria 100 anos: a atriz estadunidense Marilyn Monroe. Para marcar a data, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo apresenta a “Mostra Marilyn Monroe 100 anos” com a exibição de doze filmes estrelados pela artista.

Marilyn se consagrou no imaginário da cultura pop como a loira fatal. Mesmo quem não assistiu ao filme “O Pecado Mora ao Lado”, dirigido por Billy Wilder, deve conhecer a famosa cena da loira com o vestido branco esvoaçante na grade do metrô.

Julgada à época pela aparência, numa indústria dominada por homens, a atriz teve uma carreira de 15 anos entre o primeiro e último filme não finalizado. Ela morreu aos 36 anos, em agosto de 1962, vítima de uma overdose de remédios.


Retrato
Retrato

Retrato “Marilyn”, serigrafia de Andy Warhol.

Nascida Norma Jeane Mortenson na cidade de Los Angeles, ela passou a infância entre orfanatos e lares adotivos, começou a carreira como modelo e adotou Marilyn Monroe como nome artístico.

Alçada à fama em filmes como “Os Homens Preferem as Loiras”, e “Quanto Mais Quente Melhor”, além de “O Pecado Mora ao Lado”, Marilyn queria ser vista para além dos estereótipos que interpretava. Ela foi pioneira ao ser uma das primeiras mulheres a criar uma produtora de filmes em 1954 para ter mais controle da própria carreira.

Com a vida privada espetacularizada, o talento de Marilyn Monroe muitas vezes foi reduzido à imagem de ícone frágil e trágico. Nesta semana, o público tem a chance de fazer uma imersão na filmografia da atriz, na mostra que acontece no Museu da Imagem e do Som na capital paulista.

A curadoria, feita por André Sturm, deu destaque a trabalhos menos conhecidos estrelados por Marilyn: do primeiro papel com fala da atriz, no filme “Idade Perigosa”, ao primeiro papel de protagonista em “Mentira salvadora”. Tem ainda “Só a mulher peca”, drama noir de Fritz Lang, “O rio das almas perdidas” de Otto Preminger e dois longas de John Huston “O segredo das joias” e “Os desajustados”.

A mostra segue até o próximo domingo (7) e os ingressos custam entre R$ 3 e R$ 6. Detalhes da programação no site do MIS e, quem visitar o local, também pode conferir a última sessão de fotos de Marilyn Monroe, feitas numa entrevista para a revista Life na casa da atriz pelo fotógrafo Allan Grant. Muitas das fotografias da sessão, não publicadas na revista, chegam ao público pela primeira vez.


Fonte: EBC Cultura

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