Cultura
RJ: Iphan abre programação do Mês da Consciência Negra neste sábado
Cultura
Começa neste sábado (8), no Rio de Janeiro, mais uma edição do ciclo de eventos do Mês da Consciência Negra realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Com o tema “Patrimônio e Reparação”, a agenda, que vai até início de dezembro em todo o país, busca valorizar o patrimônio cultural de matriz africana como elemento essencial na construção da justiça social e dos direitos da população negra.
A coordenadora do Comitê Permanente de Proteção do Patrimônio de Matriz Africana do Iphan, Aretha Santos, antecipa alguns detalhes da programação.
“Ao todo são mais de 40 ações em todo o Brasil, realizadas pelas unidades do Iphan. E o Rio de Janeiro se destaca como o estado com o maior número de iniciativas. São cerca de 15 eventos, que inclui rodas de samba, exposições, oficinas e debates”.
No Rio, as atividades ocorrem na região central e nas zonas sul e oeste da cidade. Entre os destaques estão exposições no Paço Imperial, prédio histórico que colocou em cartaz mostras de grandes nomes da arte contemporânea, entre eles Maria Bonomi, Voluspa Jarpa, Analu Cunha e João Modé.
Ainda como parte do Mês da Consciência Negra, será realizada a Caravana África Diversa, festival que vai reunir expressões culturais afro-brasileiras entre os dias 22 e 30 de novembro, no Centro Nacional de Referência Cultural e de Pesquisa do Iphan.
A agenda completa com os locais e horários para acesso do público pode ser consultada no site do instituto.
Cultura
Janis Joplin é homenageada em exposição no Museu da Imagem e do Som-SP
Ícone da contracultura hippie e dona de uma das maiores vozes do rock, Janis Joplin é homenageada em uma exposição que começou nesta quinta-feira no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. São mais de trezentos itens originais da cantora e compositora estadunidense, entre cartas, fotografias, figurinos e discos. 

Janis Joplin teria completado 83 anos em janeiro. Ela morreu em outubro de 1970, aos 27 anos, e se consagrou como uma das grandes vozes do rock, além de ter uma presença de palco eletrizante.
Na mostra, o público pode ver fotos, livros e discos de músicos de blues que influenciaram a artista, além de cartas, desenhos criados por ela, acessórios e roupas – objetos que estavam guardados desde a morte da cantora e são exibidos pela primeira vez. O diretor-geral do MIS e curador da exposição, André Sturm, explicou a ideia de dividir a exposição por sentimentos. Para ele as emoções eram intensas, por isso escolheu este lado mais potente: o amor, a felicidade, a tristeza, a liberdade…
A intensidade da voz rasgada pode ser ouvida em trechos de músicas disponíveis na mostra e também no vídeo exibido em uma tela enorme com um trecho da apresentação no Festival de Monterey Pop em 67, um ponto de virada na carreira de Janis Joplin.
Uma das salas é dedicada à vinda de Janis ao Brasil: em fevereiro de 1970, meses antes de morrer, ela desembarcou no Rio de Janeiro, em pleno carnaval, conheceu Alcione e Serguei, deu canjas em boates e foi fotografada nas praias cariocas.
Chris Flannery foi consultor da exposição, e fez a ponte entre o museu e a família da cantora. Ele conta que a mostra traz a essência do estilo boho-chic de Janis e vai além
“Eu acho que nos manuscritos, nos desenhos dela, você vai ver um lado dela que as pessoas não conheciam: ela era uma artista. Então tem um espaço com a arte dela aqui. Então agora você tem a chance de começar a entender quem foi essa mulher. E tem muitos detalhes, muitas coisas da história dela e foi feito um ótimo trabalho de capturar a essência de quem ela foi como musicista”.
Entre os anos de 1966 e 1970, Janis Joplin gravou quatro discos: dois como vocalista da banda Big Brother and the Holding Company e dois em carreira solo. O último deles, “Pearl”, foi lançado em janeiro de 1971, três meses depois da morte da cantora.
Janis Joplin foi livre à sua própria maneira e, além da importância na música, também representou um símbolo de liberdade para as mulheres ao não se encaixar em papéis sociais estabelecidos.
A exposição “Janis” fica em cartaz no MIS até o mês de julho, e os ingressos podem ser comprados no site do museu. Às terças-feiras, a entrada é gratuita.
-
Entretenimento5 dias atrásEXPONÁPOLIS 2026 é lançada com grande programação, entrada gratuita e etapa do campeonato de rodeio da Arena Dreams
-
Mato Grosso2 dias atrásDr. João dá início a capacitação inédita sobre hanseníase para agentes de saúde na ALMT
-
Cuiabá6 dias atrásIlde convida Dilemário para chapa e diz que falta apenas um nome para fechar disputa
-
Cuiabá2 dias atrásAbilio propõe empréstimo de R$ 111,6 milhões por 10 anos
-
Polícia6 dias atrásAssassino confesso nega intenção de matar jovem asfixiada: “estava virado dois dias”
-
Mato Grosso5 dias atrásCidinho Santos anuncia vinda de Flávio Bolsonaro à Norte Show no dia 22
-
Mato Grosso5 dias atrásAMM lança podcast sobre gestão municipal e políticas públicas
-
Coluna VIP MT24 horas atrásAniversario de Cuiabá 307 anos





