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Tradicional cortejo dos tambores silenciosos ganha as ruas de Olinda

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Berço e espaço de salvaguarda de várias manifestações culturais brasileiras, Olinda sempre tem espaço na sua programação carnavalesca para os grupos que mantêm essas tradições vivas. Nesta segunda-feira (9), várias nações de Maracatu participam da 27ª Noite para os Tambores Silenciosos, uma das cerimônias mais simbólicas do período pré-carnavalesco.

A concentração acontece, a partir das 20h, nos Quatro Cantos. Todos os grupos seguem em cortejo até a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, em Bonsucesso. O ritual, que presta reverência aos ancestrais negros e às tradições de matriz africana, tem início à meia-noite.

Participam do encontro os maracatus Nação de Luanda, Leão Coroado, Camaleão, Badia, Maracambuco, Estrela de Olinda, Tigre, Sol Brilhante de Olinda e Maracatu Nação Pernambuco.

O público irá acompanhar as loas, que são cantadas; versos dos mestres e mestras; e os toques tradicionais realizados pelos membros dos maracatus.

À meia-noite, os tambores são silenciados para a realização da obrigação religiosa conduzida por lideranças espirituais, em homenagem aos que vieram antes e à força da cultura afro-pernambucana

Após o ritual, os batuques voltam a ecoar em conjunto, encerrando a cerimônia em um ato coletivo que simboliza resistência, fé e continuidade das tradições.
 


Fonte: EBC Cultura

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Festival do Museu Nacional reúne ciência e cultura no Rio de Janeiro

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promove neste domingo (30) a 8ª edição do Festival Museu Nacional Vive, uma celebração que reúne ciência e cultura em um só espaço. O evento acontece na Quinta da Boa Vista, no entorno da sede do museu, na zona norte do Rio de Janeiro.

O festival celebra a reconstrução da instituição quase oito anos após o incêndio de grandes proporções que atingiu o local, mostrando que o museu continua produzindo conhecimento por meio de diversas pesquisas. Uma das atrações do evento é a Tenda Científica, que reúne 23 atividades em áreas como biodiversidade e arqueologia, como explica a vice-diretora da instituição, Juliana Sayão:

“A Tenda Científica é um espaço muito especial, porque permite que o público tenha contato direto com a ciência que é produzida no museu. Teremos atividades práticas e interativas com pesquisadores e estudantes apresentando diferentes áreas do conhecimento. Será possível visitar o inflável do INCT Paleovert, que traz as pesquisas mais modernas na paleontologia de vertebrados, conhecer vestimentas, barracas com os nossos pesquisadores que desenvolvem pesquisa na Antártica, além da incrível diversidade dos peixes, dos besouros e de outros insetos.”

Juliana Sayão destaca ainda que o público também vai poder acompanhar o andamento da reconstrução do museu:

“O festival é uma oportunidade de mostrar ao público que a reconstrução do museu está acontecendo e que ela envolve muito mais do que a recuperação de um edifício. Envolve pesquisa, conservação, cuidado com os acervos e muito trabalho de diferentes profissionais. Algumas das atividades permitem justamente que o visitante conheça um pouco desse processo e veja que o museu continua produzindo conhecimento enquanto se reconstrói.”

O festival conta ainda com apresentações de circo, música e exposições do artista plástico Vik Muniz. O evento acontece das 10h às 16h, com entrada franca.
 


Fonte: EBC Cultura

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