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Construção dos Hospitais Regionais avança em Mato Grosso; veja o andamento das obras

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) tem avançado na construção dos quatro novos Hospitais Regionais de Alta Floresta, do Araguaia (em Confresa), de Juína e de Tangará da Serra ao longo do ano. O projeto arquitetônico de cada unidade possui uma área total de cerca de 18 mil m², entre edificação principal e edificações periféricas.

“Esses quatro grandes hospitais estão sendo construídos de forma simultânea em municípios polo de cada região do estado, com o objetivo de cobrir vazios assistenciais de saúde em Mato Grosso. Após a inauguração das obras, a população deixará de se deslocar por longas distâncias em busca de um atendimento de excelência”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

O Hospital Regional de Alta Floresta atingiu um percentual de 96% de andamento e é o que está mais próximo de ser finalizado. A estrutura deve ser inaugurada no primeiro trimestre de 2026, com previsão de que sejam investidos R$ 186 milhões em obras.

Com custo previsto de R$ 135 milhões em obras, o Hospital Regional de Juína está com 56% de execução.

Já o Hospital Regional do Araguaia, no município de Confresa, alcançou 45%. A previsão é de que o hospital receba um investimento de R$ 141 milhões em obras.

A construção do Hospital Regional de Tangará da Serra chegou a 51% de andamento, com um custo total de R$ 132 milhões em obras.

De acordo com a secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão, as equipes trabalham no avanço das obras dos quatro novos hospitais.

“O Governo de Mato Grosso vai entregar os quatro Hospitais Regionais com estruturas modernas para atender à população do interior com muita qualidade. O Hospital de Alta Floresta será o primeiro a ficar pronto, ainda no primeiro trimestre de 2026”, informou Mayara.

As estruturas dos quatro novos Hospitais Regionais contarão com 111 leitos de enfermaria e 40 leitos de UTI – entre adulto, pediátrico, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal – para atendimento de média e alta complexidade.

Outros grandes hospitais

Além dos quatro novos Hospitais Regionais, o Governo do Estado está construindo duas grandes unidades hospitalares em Cuiabá: o Hospital Central e o novo Hospital Universitário Júlio Muller.

Com investimento de R$ 280 milhões em obras, o Hospital Central, cuja construção ficou abandonada por 34 anos, já está 98% executado e terá capacidade de realizar uma média de 32 mil consultas médicas, 80 mil exames e 6.500 cirurgias por ano. A administração da unidade ficará sob a responsabilidade do Einstein Hospital Israelita.

Fonte: Governo MT – MT

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Saúde de Primavera amplia estrutura e ganha reforço de 132 profissionais

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Os resultados apresentados pela Secretaria Municipal de Saúde durante a prestação de contas do programa Vira Saúde revelam uma mudança significativa no cenário da saúde pública de Primavera do Leste. O comparativo entre 2024 e a atual gestão demonstra não apenas a ampliação dos serviços, mas uma reestruturação que vem modificando a capacidade de atendimento do município em diferentes áreas.

Um dos exemplos mais evidentes está na rede farmacêutica municipal. Em 2024, a população contava com apenas seis unidades de atendimento. Atualmente, a rede opera com nove unidades em funcionamento, representando um crescimento de 50% na oferta de serviços e ampliando o acesso da população aos medicamentos por meio da descentralização do atendimento.

O avanço contrasta com uma realidade que por anos limitou a expansão dos serviços de saúde. Em pouco mais de um ano, a atual administração implantou a Farmácia do CAPS, estruturou a farmácia vinculada ao ESF 2, reorganizou a Farmácia de Alto Custo e colocou em funcionamento a primeira Farmácia Viva de Mato Grosso, iniciativa inédita no estado.

Os investimentos também avançam em áreas que permaneceram sem soluções estruturantes por vários anos. Entre as obras em andamento estão o Laboratório Central Municipal, considerado um dos projetos mais estratégicos da saúde local, a nova Unidade Básica de Saúde do bairro Buritis, já com mais de 80% das obras executadas, além da nova sede do CAPS Infantil e Núcleo de Saúde Mental e da Academia da Saúde.

A diferença entre os dois períodos administrativos também aparece na capacidade de planejamento e execução. Enquanto em 2024 não havia um conjunto de obras estruturantes em andamento capaz de ampliar significativamente a rede municipal, a gestão 2025-2026 colocou em prática projetos que devem elevar a capacidade diagnóstica, reduzir o tempo de espera por exames e ampliar a cobertura dos serviços básicos de saúde.

Para o prefeito Sérgio Machnic, os números demonstram que o município está deixando para trás antigas deficiências estruturais. “Estamos realizando investimentos que deveriam ter acontecido há muito tempo. Nosso compromisso é fortalecer a rede, ampliar o acesso da população e garantir que os serviços acompanhem o crescimento de Primavera do Leste. Saúde pública se faz com planejamento, investimento e capacidade de execução”, afirmou.

Outro indicador que evidencia a expansão da rede é o reforço no quadro de servidores. Desde o início da atual gestão, foram incorporados 132 novos profissionais à saúde municipal. Desse total, 75 ingressaram por concurso público e outros 57 por processo seletivo, ampliando a força de trabalho em diversas áreas e fortalecendo o atendimento direto à população.

A secretária municipal de Saúde, Laura Leandra, destaca que a ampliação da estrutura física e das equipes tem sido fundamental para melhorar a capacidade de resposta da rede. “Estamos fortalecendo a saúde em todas as frentes. São novas unidades, mais profissionais, mais investimentos e uma organização dos serviços voltada para atender melhor a população”, afirmou.

Os dados apresentados pelo Vira Saúde mostram que a diferença entre a realidade encontrada em 2024 e a estrutura que está sendo construída em 2025 e 2026 vai além dos números. O município passa por um processo de modernização e expansão que busca recuperar demandas históricas, ampliar a oferta de serviços e preparar a rede pública para acompanhar o crescimento da cidade.

Com novas unidades, obras estratégicas em andamento, ampliação do quadro de servidores e investimentos inéditos em infraestrutura, a atual gestão consolida um dos maiores ciclos de fortalecimento da saúde pública municipal dos últimos anos, transformando planejamento em entregas concretas para a população.

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