Mato Grosso

Divulgada a classificação preliminar de seleção para psicólogo da Comarca de Colíder

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A Comarca de Colíder tornou pública a classificação preliminar do processo seletivo para credenciamento de psicólogo. A divulgação permite que candidatos acompanhem o andamento da seleção e apresentem recurso, se necessário.

O Edital 03/2026 foi assinado pelo juiz de Direito e diretor do foro, Humberto Resende Costa, responsável pela condução do certame. O documento apresenta a relação preliminar dos candidatos habilitados e não habilitados, conforme as regras estabelecidas no edital de abertura do processo seletivo.

De acordo com o resultado divulgado, a candidata Ângela Cielo Manica aparece classificada em primeiro lugar, na condição de habilitada.

Os candidatos que desejarem contestar a pontuação atribuída, a ordem de classificação ou eventual não habilitação poderão interpor recurso no prazo de dois dias a partir da publicação do edital. O pedido deve ser devidamente fundamentado e encaminhado à Presidência da Comissão de Apoio do processo seletivo por meio do Sistema de Protocolo Administrativo Virtual (PAV).

O edital completo está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) da última sexta-feira (20 de março), na página 14.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Mato Grosso

Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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