Mato Grosso
Documentário sobre ditadura militar em MT é selecionado para festivais de cinema da Turquia e na Colômbia
Mato Grosso
O documentário “60 Anos Depois”, que traz acontecimentos da ditadura militar na perspectiva mato-grossense, é finalista no Festival de Cinema de Yalova, que ocorre desta quarta-feira até o próximo sábado (15 a 18.10), na Turquia.
Realizado pela Cia Cena Onze, com o patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) via emenda parlamentar, o filme foi selecionado também para o 14º Festival Audiovisual Montes de María (Famma), de 29 de outubro a 3 de novembro, na Colômbia.
O documentário já mobilizou centenas de pessoas desde seu lançamento, em março deste ano, tendo sido exibido no Cine Teatro Cuiabá, no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá (Cinemato), e na Mostra de Audiovisual Universitário e Independente da América Latina (Maual).
No mês de novembro, “60 Anos Depois” será apresentado também no Festival Satyrianas, em São Paulo (SP). O evento é considerado um dos maiores festivais de arte da América Latina, oferecendo inúmeros eventos de acesso gratuito em teatros e espaços públicos.
“As exibições reforçam a relevância da obra que mergulha na história da ditadura militar em Mato Grosso, tema que ressoa para além das fronteiras nacionais”, menciona o diretor do documentário, Flávio Ferreira.
Com 21 minutos de duração, o documentário revela histórias de resistência e dor com relatos de pessoas que viveram em Mato Grosso durante o período da ditadura militar. A narrativa é feita pelo olhar do professor mato-grossense Waldir Bertúlio, testemunha ocular de fatos que marcaram a época (1964 a 1985).
As entrevistas foram conduzidas pelo historiador João Carlos, com depoimentos também de Thelma de Oliveira, Gilney Viana, Larissa Freire, Gonçalo Antunes Neto, Daniel Augusto Alves, Sônia Lafoz, Felinto Ribeiro Neto e Eliete Teixeira.
A direção de fotografia é assinada pelo cineasta Luiz Marchetti, o roteiro de Júlia Groppo, e produção executiva de Flávia Taques. A pesquisa histórica contou com a colaboração dos pesquisadores Cátia Cristina Silva, Francisco Rocha, Márcio Borges e Rafael Adão.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Flávia Moretti culpa presidente da Câmara por travar projetos e agravar crise em Várzea Grande
A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), responsabilizou o presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (MDB), pelo agravamento da crise financeira enfrentada pelo município. Em vídeo divulgado nesta quinta-feira (16), a gestora afirmou que a falta de aprovação de projetos enviados pelo Executivo tem impedido o acesso a recursos e prejudicado o equilíbrio das contas públicas.
As declarações ocorreram após a publicação dos decretos que declararam situação de calamidade financeira no município e no Departamento de Água e Esgoto (DAE).
Segundo Flávia, a administração assumiu uma dívida bilionária relacionada a precatórios, mas a situação teria sido agravada por decisões tomadas pelo Legislativo. A prefeita afirmou que buscou apoio do presidente da Câmara no início do mandato, mas passou a enfrentar resistência.
“Desde que assumi, pedi apoio ao presidente Wanderley Cerqueira, mas ele decidiu engessar e atrapalhar a prefeitura e a cidade toda”, declarou.
Entre as críticas feitas pela prefeita está a redução da margem de remanejamento do orçamento municipal, que teria passado de 30% para 5%. Segundo ela, a alteração limitou a capacidade da gestão de redistribuir recursos entre as secretarias e afetou áreas consideradas prioritárias.
“Essa medida comprometeu a utilização de verbas destinadas a áreas prioritárias e dificultou o funcionamento da máquina pública”, afirmou.
Outro ponto destacado por Flávia foi a tramitação de projetos de lei encaminhados pela Prefeitura à Câmara. De acordo com a prefeita, mais de 25 propostas consideradas essenciais estão paradas há meses no Legislativo.
“Hoje, temos mais de 25 projetos de leis cruciais parados na Câmara Municipal há meses. Projetos que liberam recursos para a saúde, educação e custeio da cidade. Todos precisam ser votados, mas esses projetos de leis não são sequer pautados pelo presidente”, disse.
A prefeita afirmou ainda que a postura do presidente da Câmara teria motivação política e estaria fazendo com que a população atribuísse ao Executivo problemas relacionados à falta de investimentos e dificuldades na prestação de serviços públicos.
“Essa atitude faz com que a população pense que é a prefeitura que não está fazendo o seu dever”, declarou.
Apesar das críticas ao Legislativo, Flávia Moretti afirmou que a administração municipal seguirá adotando medidas para manter os serviços essenciais e garantir o pagamento dos servidores, enquanto busca reorganizar as finanças de Várzea Grande.
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