Mato Grosso

Enquanto Prefeito Cláudio Ferreira (PL) e Mykaell Vitorino amplia o Zera Fila com cirurgias ortopédicas, prefeito de Tesouro critica o nome do programa

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Em vez de reconhecer o avanço inédito em saúde pública na região, João Isaack preferiu levantar polêmica em torno de nomenclaturas. Um detalhe que soa mais como tentativa de criar fato político para se projetar ainda mais diante das suas conhecidas pretensões de disputar uma vaga à Assembleia Legislativa em 2026 do que como preocupação real com a população.

Em agosto, só em Rondonópolis, já foram feitas cerca de 1.200 cirurgias oftalmológicas e, agora, começam as de joelho, quadril, ombro, mão e pé. Famílias que esperavam há mais de cinco anos finalmente estão sendo atendidas.

“Com gestão profissional e planejamento, a saúde está avançando”, destacou o secretário Mykaell. O prefeito Cláudio Ferreira completou: “Em Rondonópolis, fila de cirurgia não é sentença, é mudança. Esse é o nosso jeito de fazer gestão”.

Enquanto a Rondonópolis trabalha para zerar filas históricas e dar dignidade a pacientes, o prefeito de Tesouro prefere gastar energia com ironias sobre nomes. É o típico caso de quem prefere manchete a resultado.

A pergunta que fica: será que a população de Tesouro não teria problemas mais urgentes para o prefeito João Isaack Castelo Branco enfrentar?

Fonte: Política MT

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Medeiros acusa PSOL de atrasar Ferrogrão e causar prejuízos bilionários a MT

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Parlamentar alerta que a esquerda usa pautas ambientais para barrar uma obra que reduziria custos logísticos e emissões de carbono

Após anos de impasse judicial, o Supremo Tribunal Federal (STF) validou a lei que viabiliza a construção da Ferrogrão, ferrovia que ligará Mato Grosso aos portos do Norte do país. Para o deputado federal Zé Medeiros (PL), a suspensão do projeto, motivada por uma ação do PSOL, custou caro a Mato Grosso e atrasou o desenvolvimento de uma das regiões mais produtivas do país.

A ferrovia projetada para ligar Sinop aos portos do Pará é considerada uma das principais obras de infraestrutura para o escoamento da produção agrícola de Mato Grosso e é vista como estratégica para o desenvolvimento socioeconômico da região. Para Medeiros, o atraso do projeto causou prejuízos bilionários ao Estado e ao país.

“A Ferrogrão deveria estar pronta ou em fase avançada de construção. É uma obra que reduz o custo do transporte, melhora o escoamento da safra, desafoga a BR-163 e aumenta a competitividade dos produtos brasileiros. Quem paga a conta desse atraso é o produtor, o caminhoneiro e o consumidor”, afirmou.

Medeiros também argumentou que os estudos do projeto apontam benefícios ambientais, com redução na emissão de carbono devido à diminuição do fluxo de caminhões nas rodovias. Para ele, a esquerda não está preocupada com o meio ambiente, mas utiliza essa pauta para penalizar o agronegócio, setor que produz riqueza, gera empregos e movimenta a economia brasileira.

O deputado questionou ainda o momento em que o STF autorizou a retomada dos estudos da ferrovia, sugerindo motivação política na decisão.

“Será que tem a ver com o ano eleitoral, como aconteceu com o fim da taxa das blusinhas? Você sabe que sim. Foram anos de atraso para uma obra estratégica. Agora, às vésperas de mais um processo eleitoral, o projeto volta a avançar. A estratégia de Lula é simples: voltar a falar da Ferrogrão para enganar os desinformados e fazer chantagem com o agro, defendendo a ideia de que, se não for reeleito, a obra nem sairá do papel”, concluiu.

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