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Forças de segurança recuperam dois veículos roubados em poucas horas com auxílio do Vigia Mais MT

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Duas ocorrências de roubo de veículos foram solucionadas em poucas horas, nesta terça-feira (2.9), com apoio das câmeras de videomonitoramento do programa Vigia Mais MT, em conjunto com a atuação da Polícia Militar e do Ciopaer (Centro Integrado de Operações Aéreas).

O primeiro caso aconteceu na Avenida Júlio Müller, em Várzea Grande, onde dois indivíduos armados roubaram um Toyota Corolla prata e bens de uma empresa local. O veículo foi identificado pelas câmeras do Vigia Mais MT, que repassaram as informações às equipes do 4º Batalhão da PM. Com base nas informações, as equipes do 4º Batalhão receberam apoio do helicóptero do Ciopaer, que rapidamente iniciou patrulhamento aéreo e localizou o veículo, informando a posição para as guarnições em solo, que conseguiram recuperar o veículo.

Pouco depois, um segundo roubo foi registrado em Cuiabá, no bairro Jardim das Américas. Um criminoso armado abordou o condutor de um Jeep Compass branco e fugiu em direção ao viaduto da Avenida Miguel Sutil, próximo a um supermercado atacadista. Em seguida, a vítima relatou que dois suspeitos jovens estavam no veículo, que passou a ser acompanhado por populares na região do Jardim Leblon, próximo à Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

O veículo também foi detectado pelas câmeras de videomonitoramento, permitindo acompanhamento em tempo real. As imagens ajudaram a direcionar a atuação da equipe do Ciopaer, que visualizou o automóvel e conduziu as viaturas terrestres até o local. O veículo foi recuperado, mas os suspeitos conseguiram escapar antes da abordagem.

Os dois veículos foram encaminhados à delegacia para os procedimentos legais e registro dos boletins de recuperação.

*Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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Trecho de rodovia mostra desgaste precoce após investimento de R$ 130 milhões

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, deu início, nesta segunda-feira (1), à inspeção na MT-170 após denúncias de que trechos da rodovia, que consumiram milhões de reais em recursos públicos, já estão destruídos menos de um ano após a entrega. A vistoria vai subsidiar uma auditoria para apurar a qualidade da pavimentação, a aplicação dos recursos e a responsabilidade das empresas contratadas.

“As informações que nós temos é que tem um trecho entre Castanheira e Juruena que está totalmente destruído. Só que, como é tudo o mesmo projeto, daqui a pouco toda a rodovia vai estar destruída. A MT 170 virou farelo e ela custou milhões”, afirmou o presidente.

Ao longo dos próximos dias, o presidente e a equipe técnica seguirão por Campo Novo do Parecis, Brasnorte, Juína, Castanheira e Juruena. Além do registro dos pontos críticos de cada lote dos contratos, também serão realizadas reuniões com prefeituras e entidades locais para colher relatos da população.

“Temos recebido muita reclamação de toda essa região para onde estamos indo. Então, queremos ouvir as pessoas. Todo mundo pode acompanhar nossa caravana, é o Tribunal de Contas com o pé na estrada”, reforçou Sérgio Ricardo.

O presidente explicou ainda que um dos pontos da auditoria é a regularidade do seguro das obras, já que a falta de cobertura pode inviabilizar a garantia para refazer os trechos danificados. “O artigo 618 do Código Civil diz que a empresa tem que garantir a manutenção por cinco anos. Mas, se não tem seguro, não tem como cobrir o estrago.”

A rodovia MT-170, antiga BR-174, foi estadualizada em junho de 2022 para acelerar a pavimentação. A obra se divide em duas frentes: uma de pavimentação nova, entre Castanheira e Colniza, e outra de recuperação, do entroncamento com a BR-364 até Castanheira, passando por Brasnorte e Juína.

Em um dos trechos mais críticos, executados pela empresa MT-Sul, foram pagos cerca de R$ 130 milhões, conforme levantamento preliminar do Tribunal. “É um trecho em que a MT-Sul já recebeu R$ 130 milhões e a estrada está totalmente destruída em um ano”, ressaltou Sérgio Ricardo.

Na última semana, lideranças da Região Noroeste denunciaram ao presidente que a má qualidade da via tem gerado prejuízos ao escoamento da produção, ao transporte de pacientes e à segurança dos motoristas.

Diante do cenário, foram convocadas para prestar esclarecimentos no TCE-MT as quatro empresas responsáveis pela execução (MT-Sul, Guache, Cavalca e Agrimat), além da Consol, que foi contratada pelo Governo do Estado para fiscalizar as demais.

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