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Governo de MT se reúne com três empresas aéreas na Argentina e articula rota internacional

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Uma comitiva da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) representou o Governo de Mato Grosso em reuniões estratégicas com representantes de três companhias aéreas, na tarde desta terça-feira (30.9), no estande Meeting Brasil, na FIT América Latina, em Buenos Aires, na Argentina.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda; a equipe adjunta de Turismo da Sedec e o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio-MT), Wenceslau Junior, estiveram com executivos da JetSmart, GOL e Aerolíneas Argentinas.

O objetivo foi apresentar o potencial de Mato Grosso e a necessidade de conectividade aérea do centro geodésico da América do Sul com outros países do continente. Por outro lado, as empresas pediram dados mais aprofundados do setor em Mato Grosso, como a quantidade de pousos e decolagens e a capacidade do Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, para analisar a viabilidade.

“Nós aproveitamos que estamos na FIT em Buenos Aires, a maior feira de turismo da América do Sul, para contatar empresas aéreas, mostrar o potencial de Mato Grosso, as belezas do nosso Estado e as oportunidades de turismo de negócio, de pesca e de aventura. Agora, as empresas ficaram de analisar, e isso não é do dia para noite. Nós vamos ter que passar uma série de dados que eles necessitam para calcular a ocupação dos voos, para que eles sejam rentáveis para as companhias aéreas. A COA, que é a concessionária do Aeroporto Internacional Marechal Cândido Rondon, tem uma logística internacional, e nós vamos continuar trabalhando, mostrando as maravilhas do Estado em eventos de turismo como este”, comentou o secretário César Miranda.

Desde a internacionalização do Aeroporto Marechal Rondon, a Sedec tem buscado alternativas para atrair companhias aéreas nacionais e internacionais, interessadas em criar uma rota internacional que ligue Mato Grosso a alguma capital ou cidade da América do Sul.

Segundo César Miranda, a ampliação da malha aérea é um passo fundamental para o desenvolvimento do turismo e dos negócios no Estado. “A criação de uma rota internacional vai impulsionar não apenas o turismo, mas também a economia como um todo, fortalecendo a atração de investimentos, a geração de empregos e a integração de Mato Grosso com outros países da América do Sul”, destacou.

Além das reuniões na Argentina, quando esteve em Lima, no Peru, na semana passada, a comitiva da Sedec também participou de encontros com representantes da Latam, que passa por um momento de expansão da malha aérea, com a aquisição de novas aeronaves. A estratégia do Governo de Mato Grosso é ampliar a presença do Estado nos mercados internacionais e transformar o Aeroporto Marechal Rondon em hub regional.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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