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Gisela Cardoso subscreve ofício ao STF com o CFOAB requerendo a conclusão de inquéritos perpétuos

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Foto da Notícia:  Gisela Cardoso subscreve ofício ao STF com o CFOAB requerendo a conclusão de inquéritos perpétuos

imgA presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, subscreve, junto com o presidente do CFOAB, Beto Simonetti, e os 26 presidentes de Seccionais do país, ofício encaminhado, nesta segunda-feira (23), ao Supremo Tribunal Federal (STF), requerendo a conclusão de inquéritos de natureza expansiva e duração indefinida.

 

Em especial o Inquérito nº 4.781, conhecido como o inquérito das Fake News, que já tramita há 7 anos.

No documento, a entidade também requer que não sejam instaurados novos inquéritos, com conformação semelhante.

 

O ofício foi enviado ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, e manifesta preocupação institucional com investigações que, embora tenham sido abertas em contexto de crise política no país, seguem em tramitação por longo período e com ampliação progressiva de seu alcance, o que gera insegurança jurídica. A entidade solicitou uma audiência com Fachin.

 

O inquérito das Fake News voltou ao noticiário, porque foi desencadeada operação policial para apurar o vazamento de informações sigilosas nos autos, envolvendo servidores federais.

 

A presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, ressalta que a Ordem, como uma das principais instituições do país, atua permanentemente na defesa do Estado Democrático de Direito, da liberdade de imprensa, do fortalecimento institucional e a sociedade.

 

“A advocacia brasileira permanece vigilante nas pautas que impactam diretamente a cidadania. Nosso compromisso é com a Constituição, a advocacia e com a preservação das garantias fundamentais de todo cidadão e toda cidadã”, afirmou.

 

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Keka Werneck

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OAB-MT se posiciona contra retrocessos na concessão da justiça gratuita

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Foto da Notícia: OAB-MT se posiciona contra retrocessos na concessão da justiça gratuita

imgA Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) considera um retrocesso a aprovação, no Senado Federal, do Projeto de Lei 2.239/2022 que altera o Código de Processo Civil (CPC) estabelecendo novos critérios para concessão da gratuidade de Justiça.

Em um país com custas processuais tão exorbitantes, que por si só já afastam o acesso pleno à Justiça, não podemos concordar com qualquer restrição ou diminuição de direitos já adquiridos.

A determinação do teto de dois salários mínimos para o acesso gratuito à Justiça só trará um resultado, o aumento no afastamento do cidadão ao Poder Judiciário.

Tal fato não pode servir de compensação para novos requisitos de concessão da gratuidade da justiça trazidos no projeto aprovado pelo Senado e agora encaminhado para nova análise na Câmara dos Deputados.

Nesse sentido, a OAB-MT conclama o Congresso Nacional, em especial a bancada federal do Estado de Mato Grosso, para votar contra a referida proposta.

A defesa da cidadania, da Constituição e do acesso universal à Justiça é compromisso permanente da Ordem dos Advogados do Brasil.

 

Judite Rosa
Assessoria de Imprensa OAB-MT
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