OAB
Gisela Cardoso subscreve ofício ao STF com o CFOAB requerendo a conclusão de inquéritos perpétuos
OAB
A presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, subscreve, junto com o presidente do CFOAB, Beto Simonetti, e os 26 presidentes de Seccionais do país, ofício encaminhado, nesta segunda-feira (23), ao Supremo Tribunal Federal (STF), requerendo a conclusão de inquéritos de natureza expansiva e duração indefinida.
No documento, a entidade também requer que não sejam instaurados novos inquéritos, com conformação semelhante.
O ofício foi enviado ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, e manifesta preocupação institucional com investigações que, embora tenham sido abertas em contexto de crise política no país, seguem em tramitação por longo período e com ampliação progressiva de seu alcance, o que gera insegurança jurídica. A entidade solicitou uma audiência com Fachin.
O inquérito das Fake News voltou ao noticiário, porque foi desencadeada operação policial para apurar o vazamento de informações sigilosas nos autos, envolvendo servidores federais.
A presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, ressalta que a Ordem, como uma das principais instituições do país, atua permanentemente na defesa do Estado Democrático de Direito, da liberdade de imprensa, do fortalecimento institucional e a sociedade.
“A advocacia brasileira permanece vigilante nas pautas que impactam diretamente a cidadania. Nosso compromisso é com a Constituição, a advocacia e com a preservação das garantias fundamentais de todo cidadão e toda cidadã”, afirmou.
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Keka Werneck
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OAB
OAB-MT se posiciona contra retrocessos na concessão da justiça gratuita
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) considera um retrocesso a aprovação, no Senado Federal, do Projeto de Lei 2.239/2022 que altera o Código de Processo Civil (CPC) estabelecendo novos critérios para concessão da gratuidade de Justiça.
Em um país com custas processuais tão exorbitantes, que por si só já afastam o acesso pleno à Justiça, não podemos concordar com qualquer restrição ou diminuição de direitos já adquiridos.
A determinação do teto de dois salários mínimos para o acesso gratuito à Justiça só trará um resultado, o aumento no afastamento do cidadão ao Poder Judiciário.
Tal fato não pode servir de compensação para novos requisitos de concessão da gratuidade da justiça trazidos no projeto aprovado pelo Senado e agora encaminhado para nova análise na Câmara dos Deputados.
Nesse sentido, a OAB-MT conclama o Congresso Nacional, em especial a bancada federal do Estado de Mato Grosso, para votar contra a referida proposta.
A defesa da cidadania, da Constituição e do acesso universal à Justiça é compromisso permanente da Ordem dos Advogados do Brasil.
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Judite Rosa
Assessoria de Imprensa OAB-MT
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