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Tangará abre curso de iniciação à profissão com palestra de Giovane Santin sobre os desafios da Advocacia Criminal
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Falando sobre desafios da advocacia criminal, o vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Giovane Santin, que também é professor da UFMT, abriu o Curso de Iniciação à Advocacia, na 10ª Subseção de Tangará da Serra, na noite desta quarta (5). O evento reuniu advogados, docentes e acadêmicos de Direito.
Santin compartilhou sua experiência na advocacia criminal, destacando a importância da formação contínua e do comprometimento ético como pilares da atuação profissional.
“A advocacia criminal exige preparo técnico e sensibilidade humana. O advogado é uma peça essencial para a defesa da liberdade e da justiça, e precisa exercer esse papel com coragem, conhecimento e responsabilidade”, ressaltou o palestrante.
O evento contou com a presença do secretário-geral da OAB-MT, que é de Tangará da Serra, Josemar Carmerino; dos conselheiros seccionais Elisângela Sanches Ferreira de Andrade e Marcelo Barbosa de Freitas; do secretário-adjunto da Escola Superior da Advocacia (ESA-MT), Franco Ariel Bizarello dos Santos; do vice-presidente da 10ª Subseção, Kleiton Araújo de Carvalho; do presidente da Comissão da Jovem Advocacia (Cojad) de Tangará, Jefferson Nascimento; e da advocacia em geral.
O curso segue até esta quarta-feira (6), com programação voltada à preparação dos novos profissionais para o exercício ético e eficiente da advocacia. A iniciativa é promovida pela Comissão da Jovem Advocacia de Tangará da Serra, com apoio da ESA-MT e da 10ª Subseção da OAB-MT.
Keka Werneck
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Fotos: Victor Real
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OAB
OAB-MT se posiciona contra retrocessos na concessão da justiça gratuita
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) considera um retrocesso a aprovação, no Senado Federal, do Projeto de Lei 2.239/2022 que altera o Código de Processo Civil (CPC) estabelecendo novos critérios para concessão da gratuidade de Justiça.
Em um país com custas processuais tão exorbitantes, que por si só já afastam o acesso pleno à Justiça, não podemos concordar com qualquer restrição ou diminuição de direitos já adquiridos.
A determinação do teto de dois salários mínimos para o acesso gratuito à Justiça só trará um resultado, o aumento no afastamento do cidadão ao Poder Judiciário.
Tal fato não pode servir de compensação para novos requisitos de concessão da gratuidade da justiça trazidos no projeto aprovado pelo Senado e agora encaminhado para nova análise na Câmara dos Deputados.
Nesse sentido, a OAB-MT conclama o Congresso Nacional, em especial a bancada federal do Estado de Mato Grosso, para votar contra a referida proposta.
A defesa da cidadania, da Constituição e do acesso universal à Justiça é compromisso permanente da Ordem dos Advogados do Brasil.
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Judite Rosa
Assessoria de Imprensa OAB-MT
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