Mato Grosso
Plenário do TCE-MT aprova Moção de Aplauso para quatro servidores que implementaram novo Radar Previdência
Mato Grosso
| Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT |
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| A Moção foi proposta pelo conselheiro Guilherme Antonio Maluf. Clique aqui para ampliar |
O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) aprovou por unanimidade, na sessão ordinária desta terça-feira (14), Moção de Aplausos aos servidores Patrícia Leite Lozich, Reginaldo Hugo Szezupior dos Santos, Karisia Goda Cardoso e Diosney Teixeira pelo destaque e dedicação na implementação da ferramenta Radar Previdência, iniciativa que aperfeiçoa a gestão previdenciária do estado, amplia a transparência e fortalece a eficiência nas tomadas de decisão.
Na ocasião, o conselheiro-presidente do TCE-MT, Sérgio Ricardo, parabenizou os homenageados, que integram a Secretaria Geral de Controle Externo e a Secretaria Executiva de Tecnologia da Informação, além do conselheiro Guilherme Antonio Maluf pela iniciativa da proposição. “O conselheiro Guilherme Maluf trabalhou muito por essa ferramenta. Ele vem realizando, ao longo deste ano, um grande trabalho de pesquisas, estudos e orientações nas questões de saúde para todos os jurisdicionados de Mato Grosso e percebeu a necessidade de atualizar o Radar Previdência”, declarou.
Radar Previdência
O novo painel do módulo “Previdência” do Sistema Radar de Controle Público, que foi lançado pelo conselheiro Guilherme Maluf em setembro, resultou no reconhecimento como destaque de boas práticas diante de outros Tribunais de Contas do Brasil. Com a atualização, o Radar Previdência passou a disponibilizar dados comparativos dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) de todo país.
Desenvolvido e disponibilizado pelo TCE-MT, o Sistema Radar de Controle Público reúne em uma única plataforma painéis interativos que integram dados atualizados da administração pública estadual e municipal.
A ferramenta amplia a transparência, fortalece o controle externo e estimula a participação da sociedade no acompanhamento das gestões públicas, além de promover a eficiência e a economicidade na aplicação dos recursos públicos.
Uma das metas da atual gestão, presidida pelo conselheiro Sérgio Ricardo, é a expansão e melhoria constante da plataforma. “O Radar é hoje uma das ferramentas mais modernas e completas de controle público do país, e a sua constante evolução é prioridade da nossa gestão. Quando assumimos, havia seis módulos disponíveis e hoje já contamos 19.”
A melhoria do Sistema Radar de Controle Público, proposta pelo presidente Sérgio Ricardo, se dará em três etapas, sendo que a primeira delas, que contemplava a expansão de 6 para 19 módulos, já foi concluída. A segunda etapa diz respeito a revitalização dos painéis existentes e, por fim, será implantada a Inteligência Artificial no Sistema, para facilitar o acesso de gestores e cidadãos.
Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561
Fonte: TCE MT – MT
Mato Grosso
Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL
A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.
O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.
O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.
A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.
O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.
Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.
“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.
Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.
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