Mato Grosso

PM e PJC prendem suspeito de duplo homicídio em Peixoto de Azevedo

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Policiais militares do 15º Comando Regional, em ação conjunta com a Polícia Judiciária Civil (PJC), prenderam, na manhã desta segunda-feira (10.11), um homem de 67 anos, suspeito de ter cometido um duplo homicídio no município de Peixoto de Azevedo (a 709 km de Cuiabá). As vítimas foram identificadas como Francisco Oliveira e Bolivan Lima Silva, de 49 e 40 anos, respectivamente.

Por volta das 9h, durante rondas pelo Distrito de União do Sul, os policiais militares foram informados sobre o crime ocorrido na região, próximo a um bar. As equipes se depararam com as vítimas já em óbito. O local foi isolado até a chegada da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec). A causa das mortes está sendo investigada.

Durante as rondas, os militares foram informados sobre a localização do suspeito. Com apoio da PJC, as equipes abordaram o homem, que alegou ter tido uma desavença com uma das vítimas no dia anterior.

Aos militares, o homem ainda afirmou que foi vítima de uma tentativa de homicídio, motivada por uma discussão após o consumo de bebidas alcoólicas no local. A versão apresentada pelo suspeito foi confirmada pelo proprietário do estabelecimento comercial. O suspeito foi conduzido à delegacia para o registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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