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Polícia Militar abre terceiro lote para inscrição da 10ª Corrida do Bope em Cuiabá

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Começaram nesta quinta-feira (15.1), as inscrições do terceiro lote da 10ª edição da Corrida do Batalhão de Operações Especiais (Bope), promovida pela Polícia Militar de Mato Grosso. O evento será realizado nos dias 28 de fevereiro, com a modalidade kids, e 1º de março, destinada ao público geral.

Nesse terceiro lote, o valor da inscrição é de R$ 175, válido para todas as modalidades. A programação inclui percursos de 5 e 10 quilômetros, reunindo atletas profissionais, amadores e entusiastas da corrida de rua.

A inscrição garante ao participante o kit da corrida, com camiseta oficial do evento, chip de cronometragem, mochila personalizada e a medalha, entregue ao finalizar o percurso.

As inscrições estão sendo realizadas exclusivamente pelo site morro-mt.com.br, onde também estão disponíveis o regulamento e demais informações sobre a competição. O prazo para a realização das inscrições segue até o dia 30 de janeiro, não havendo previsão de abertura de novos lotes após essa data.

Fonte: Governo MT – MT

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Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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