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Policiais militares resgatam família em caminhonete submersa durante chuva forte em Matupá

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Policiais militares do 15º Comando Regional realizaram o resgate de uma família que estava presa em uma caminhonete submersa durante uma forte chuva que atingiu o município de Matupá, na noite desta sexta-feira (6.2). Na ação, um casal e seus três filhos foram salvos pelos militares e outros populares.

A ação heróica teve início após o cabo Wanderson Fatiga e um amigo médico terem ido até uma rua, nas proximidades da BR-163, tentar retirar um veículo que estava ficando submerso em meio a uma forte chuva na cidade.

No local, o policial flagrou uma caminhonete com cinco ocupantes tentando atravessar a rua, sem sucesso. Devido à enchente causada pelo transbordamento de um córrego, o veículo começou a submergir.

Imediatamente, o militar e demais testemunhas iniciaram o resgate da família, principalmente das três crianças, com idades entre 11 e sete anos, que não conseguiram deixar o veículo.

O policial acionou as equipes policiais de serviço e também do Corpo de Bombeiros. Ainda no resgate, os vidros da caminhonete foram quebrados e as crianças retiradas com segurança. O casal, que conseguiu se abrigar no teto do carro, também saiu sem ferimentos.

As vítimas foram conduzidas em carro particular e viaturas policiais para a unidade de saúde da cidade. A família passou a madrugada em observação devido ao estado de choque e deve receber alta médica ainda neste sábado (7).

Fonte: Governo MT – MT

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TJMT barra eleição do SISMA e impõe multa diária à comissão

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) suspendeu o processo eleitoral do SISMA/MT e impôs multa diária de R$ 500 à comissão eleitoral e ao sindicato por descumprirem a ordem judicial que determinou o retorno da Chapa 01 à disputa.

A crise na eleição do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde de Mato Grosso (SISMA/MT) ganhou contornos de grave confronto institucional. O desembargador Márcio Aparecido Guedes, da Primeira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), reiterou a ordem de suspensão imediata de todo o pleito sindical do triênio 2026/2029 e fixou multa diária de R$ 500,00 contra o sindicato e os membros da Comissão Eleitoral diante da recusa em reincluir a Chapa 01 na disputa.
A decisão colegiada atesta uma manobra deliberada para contornar a ordem judicial anterior deferida no plantão pelo desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, que já havia determinado a reinserção da chapa encabeçada por Mavenier Benedito Arruda e Silva ou a paralisação do certame. Mesmo intimada formalmente da liminar às 11h45 do dia 7 de outubro, a Comissão Eleitoral manteve o sistema de votação eletrônica ativo exclusivamente com as Chapas 02 e 03.
Para além de ignorar a inclusão da oposição na plataforma virtual, a direção eleitoral publicou uma nota anunciando o prosseguimento da votação e convocou uma Assembleia Geral Extraordinária para o dia 16 de outubro com a intenção de “ratificar ou rejeitar” o indeferimento da Chapa 01. O relator classificou a atitude como uma evidente resistência e tentativa de esvaziar o controle da Justiça, determinando medidas enérgicas para preservar a autoridade judicial:
* Paralisação completa dos atos eleitorais: Fica expressamente suspensa qualquer apuração, contagem de votos, proclamação de resultado ou posse de chapa para a gestão 2026/2029.
* Bloqueio da manobra em assembleia: O tribunal barrou preventivamente qualquer deliberação da assembleia marcada para 16 de outubro referente à impugnação da Chapa 01 e aos atos da Comissão Eleitoral, mantendo os ofícios sob efeito suspensivo.
* Multa pessoal e solidária: A penalidade financeira de R$ 500,00 por dia de descumprimento incide de maneira solidária sobre os patrimônios do sindicato e dos integrantes da própria Comissão Eleitoral.
O despacho do TJMT deixa claro que a tentativa de impor uma votação sem paridade de armas não terá validade jurídica. Ao insistir em conduzir o pleito à margem da determinação legal, os responsáveis pelo processo colocaram a eleição da saúde estadual em total paralisia, respondendo agora sob risco de sanções coercitivas financeiras e eventual anulação definitiva dos votos computados.

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