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Seciteci encerra Semana Nacional de Ciência e Tecnologia com premiações para pesquisadores professores e alunos

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Após três dias intensos de programação, a 22ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT/MT) terminou nesta sexta-feira (24.10). O evento promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), reuniu centenas de pesquisadores, professores e alunos para debater, divulgar e promover a ciência e a tecnologia.

Ao todo, os pesquisadores foram premiados com R$400 mil, oriundos da Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat). Nesta edição houve a grande estreia do prêmio Pesquisador Destaque, com o valor de R$40 mil para o primeiro lugar.

Realizada entre os dias 22 e 24 de outubro, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, esta edição seguiu o tema “Planeta Água: cultura oceânica para enfrentar as mudanças climáticas no meu território”. Toda a programação contou com diversas oficinas, palestras e stands de exposição de parceiros. Entre os assuntos abordados estavam: mulheres na ciência, preservação de biomas e avanço tecnológico avançado.

Na cerimônia de premiação, o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, ressaltou o aumento no valor dos prêmios. “Mato Grosso faz ciência em alto nível. E essa premiação do Governo do Estado é a prova que valoriza e reconhece financeiramente a ciência mato-grossense “, afirmou Allan.

XVII MECTI

Durante a 22ª SNCT, também foi realizada a 17ª Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (MECTI). A exposição científica premiou alunos e professores com equipamentos eletrônicos e incentivos financeiros pelo período de 12 meses.

Parceiros também entregaram prêmios como “Destaque Agro” ou “Negócios do Futuro”. Professores e alunos receberam kits tecnológicos, bolsas de graduação, echo dots com Alexas entre outros prêmios.

Foram parceiros desta edição a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o Centro Universitário de Várzea Grande (Univag), a Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Águas Cuiabá, a Faculdade Multivix e a União das Faculdades Católicas de Mato Grosso (UNIFACC).

*Com supervisão de Beatriz Passos.

Fonte: Governo MT – MT

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Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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