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Seduc reúne diretores de escolas militares e cívico-militares para alinhar ações e orientar sobre o Saeb 2025

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) promove, nesta terça-feira (14.10), uma reunião estratégica com os diretores das Escolas Estaduais Militares (EEM) e Escolas Estaduais Cívico-Militares (EECM), com foco no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e na integração das políticas pedagógicas voltadas à melhoria dos indicadores de aprendizagem.

O encontro, realizado no auditório da Seduc, em Cuiabá, reúne cerca de 165 profissionais das redes militar e cívico-militar e é conduzido pela Coordenadoria das Escolas Militares e Cívico-Militares da Secretaria. A programação se estende pelos dois períodos do dia, com palestras, orientações técnicas e momentos de diálogo entre gestores e técnicos da pasta.

Entre os temas abordados estão a apresentação da Superintendência das Escolas, o Movimenta Saeb, os programas GR e GR Plus (Gratificação por Resultados), além de pautas sobre assiduidade dos discentes e comunicados gerais relacionados à gestão pedagógica e administrativa das unidades.

De acordo com o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, a reunião tem como objetivo fortalecer a preparação das escolas para o Saeb, alinhando as estratégias de acompanhamento e mobilização dos estudantes durante o processo avaliativo, além de reforçar o compromisso das equipes escolares com a melhoria contínua dos resultados da aprendizagem.

Segundo ele, o evento também busca aprofundar a articulação entre as unidades escolares e a Seduc, assegurando que as diretrizes pedagógicas e de gestão estejam alinhadas ao modelo militar e cívico-militar adotados pelo Estado.

“Encontros como este são fundamentais para manter a coesão entre as equipes gestoras, promover o intercâmbio de experiências exitosas e assegurar que os estudantes tenham formação integral, com valores éticos, civismo e excelência acadêmica”, define o secretário.

Para ele, a integração entre os diretores e as equipes técnicas da Seduc é essencial para que o modelo cívico-militar continue alcançando resultados positivos. “Estamos alinhando esforços para garantir que o Saeb reflita o comprometimento das nossas escolas com a qualidade da educação pública”, destacou a equipe organizadora do evento”, conclui Alan Porto.

A Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso conta atualmente com 104 escolas cívico-militares em todas as regiões do estado, que atendem mais de 80 mil estudantes em diferentes regiões do Estado. Essas instituições têm como missão reduzir a evasão escolar, promover a disciplina e o respeito no ambiente educativo, além de fortalecer as práticas pedagógicas que impulsionam o avanço da aprendizagem.

As unidades militares somam 24 escolas estaduais militares Tiradentes e cinco escolas Dom Pedro II. Ao todo nas cidades de Água Boa, Barra do Garças, Canarana, Nova Xavantina, Querência, Cáceres, Confresa, Vila Rica, Diamantino, Nova Mutum, Colniza, Juara, Juína, Peixoto de Azevedo, Cuiabá, Várzea Grande, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Jaciara, Rondonópolis, Lucas do Rio Verde, Sinop, Sorriso e Tangará da Serra.

Fonte: Governo MT – MT

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Flávia Moretti culpa presidente da Câmara por travar projetos e agravar crise em Várzea Grande

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), responsabilizou o presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (MDB), pelo agravamento da crise financeira enfrentada pelo município. Em vídeo divulgado nesta quinta-feira (16), a gestora afirmou que a falta de aprovação de projetos enviados pelo Executivo tem impedido o acesso a recursos e prejudicado o equilíbrio das contas públicas.

As declarações ocorreram após a publicação dos decretos que declararam situação de calamidade financeira no município e no Departamento de Água e Esgoto (DAE).

Segundo Flávia, a administração assumiu uma dívida bilionária relacionada a precatórios, mas a situação teria sido agravada por decisões tomadas pelo Legislativo. A prefeita afirmou que buscou apoio do presidente da Câmara no início do mandato, mas passou a enfrentar resistência.

“Desde que assumi, pedi apoio ao presidente Wanderley Cerqueira, mas ele decidiu engessar e atrapalhar a prefeitura e a cidade toda”, declarou.

Entre as críticas feitas pela prefeita está a redução da margem de remanejamento do orçamento municipal, que teria passado de 30% para 5%. Segundo ela, a alteração limitou a capacidade da gestão de redistribuir recursos entre as secretarias e afetou áreas consideradas prioritárias.

“Essa medida comprometeu a utilização de verbas destinadas a áreas prioritárias e dificultou o funcionamento da máquina pública”, afirmou.

Outro ponto destacado por Flávia foi a tramitação de projetos de lei encaminhados pela Prefeitura à Câmara. De acordo com a prefeita, mais de 25 propostas consideradas essenciais estão paradas há meses no Legislativo.

“Hoje, temos mais de 25 projetos de leis cruciais parados na Câmara Municipal há meses. Projetos que liberam recursos para a saúde, educação e custeio da cidade. Todos precisam ser votados, mas esses projetos de leis não são sequer pautados pelo presidente”, disse.

A prefeita afirmou ainda que a postura do presidente da Câmara teria motivação política e estaria fazendo com que a população atribuísse ao Executivo problemas relacionados à falta de investimentos e dificuldades na prestação de serviços públicos.

“Essa atitude faz com que a população pense que é a prefeitura que não está fazendo o seu dever”, declarou.

Apesar das críticas ao Legislativo, Flávia Moretti afirmou que a administração municipal seguirá adotando medidas para manter os serviços essenciais e garantir o pagamento dos servidores, enquanto busca reorganizar as finanças de Várzea Grande.

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