Polícia
Após achar corpo, Polícia Civil prende faccionado e procurar comparsas de assassinato
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Um bárbaro crime de tortura, homicídio e ocultação de cadáver ocorrido no município de Diamantino, foi esclarecido pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (7), com a localização do corpo da vítima e prisão de um dos envolvidos no crime. O caso ganhou repercussão interestadual em razão da família da vítima residir no estado de São Paulo.
O suspeito, de 18 anos, foi autuado em flagrante pelos crimes de ocultação de cadáver e integrar organização criminosa e responderá em inquérito policial pelos crimes de tortura e homicídio.
A vítima, Paulo Cristian Leandro Barboza Braga, de 21 anos, estava desaparecida desde o dia 3 de abril e teve o corpo localizado enterrado em uma área de reserva florestal de eucaliptos, em Diamantino.
As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Diamantino de forma ininterrupta durante 30 dias e contaram com apoio das forças de segurança locais e do Corpo de Bombeiros Militar, com utilização de cães farejadores.
Segundo os elementos apurados, a vítima era natural do município de Iacri, interior de São Paulo e havia se mudado recentemente para Diamantino para trabalhar em uma granja do município. No dia do desaparecimento, a vítima e outro colega de trabalho saíram da residência onde estavam hospedados para buscar água e utilizar o banheiro em um posto de combustível da cidade.
Durante o trajeto, os dois foram abordados por criminosos e levados para um imóvel, onde passaram a ser interrogados, ameaçados e agredidos. Os suspeitos exigiram que a vítima mostrasse as tatuagens do corpo e, ao identificarem símbolos associados a uma facção criminosa, iniciaram uma sequência de agressões físicas, tortura e golpes de arma branca.

As vítimas tiveram as mãos amarradas e os olhos vendados, ocasião em que vítima sobrevivente também sofreu agressões e possíveis fraturas nas pernas e pés. Posteriormente, os dois foram levados para outro local, onde tiveram os aparelhos celulares subtraídos e analisados pelos criminosos.
Por acreditarem que o jovem teria ligação com uma facção criminosa, a vítima permaneceu em cárcere pelos integrantes do grupo criminoso, enquanto o seu colega foi liberado.
Durante as investigações para localização da vítima, os policiais conseguiram localizar o corpo enterrado em uma região de mata na reserva florestal. A identificação preliminar foi realizada por meio das vestimentas e tatuagens da vítima. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para os exames periciais e demais providências cabíveis.
Ainda na noite de quarta-feira), dando continuidade às investigações, equipes da Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar, conseguiram localizar e prender um dos suspeitos identificado e apontado como um dos envolvidos nos crimes.
O suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Diamantino e após ser interrogado pelo delegado Anderson Uchida, foi autuado em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver e organização criminosa, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.
As investigações seguem em andamento para identificar e localizar outros envolvidos no homicídio.
Polícia
Operação mira empresários que causaram prejuízo de R$ 640 mil por furto de energia em VG
A Polícia Civil deflagrou, nessa quinta-feira (7), a Operação Circuito Fechado, para fiscalizar 15 estabelecimentos comerciais em Várzea Grande suspeitos de furto de energia elétrica.
Os estabelecimentos, bares, boates estacionamentos e um motel, estão situados nos bairros São Matheus, Eldorado, Canelas, Parque Del Rey e Nova Suíça. Juntos, os comércios geraram um prejuízo patrimonial para a Energisa (concessionária responsável pela distribuição da energia em Várzea Grande) de aproximadamente R$ 640 mil.
Ao todo, 35 policiais civis da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), nove peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e 50 funcionários da Energisa participaram da operação.
A operação resultou na prisão em flagrante de 11 empresários pela prática de furto de energia elétrica qualificado pela fraude.
Além disso, a proprietária de um estabelecimento comercial situado no bairro Nova Suíça também foi autuada pelos crimes de casa de prostituição e exploração sexual de adolescente, visto que foram encontradas duas adolescentes em situação de prostituição no local, consumindo bebida alcoólica e ambas gestantes.
“As operações de combate ao crime de furto de energia elétrica não objetivam apenas a repressão de um crime patrimonial, mas representam o cuidado com a sociedade, já que o furto de energia elétrica representa risco concreto de incêndio, os quais podem ser fatais. Ademais, se o trabalhador de baixa renda é obrigado e se esforçar para pagar a energia elétrica todo mês, é inadmissível que o empresário dê calote na empresa e no Estado. Outrossim, durante as diligências policias, outros crimes estão sendo alvos de repressão”, afirmou a delegada Elaine Fernandes Sousa, titular da Derf.
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