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Chefe do Comando Vermelho em MT é preso em praia de Niterói

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, neste domingo (28), em Piratininga, Niterói, Ederson Xavier de Lima, conhecido como Boré, de 43 anos, apontado como um dos líderes do Comando Vermelho em Mato Grosso. Ele possui passagens por tráfico de drogas, receptação, extorsão e organização criminosa.

A captura foi resultado de uma operação conjunta entre as polícias de Mato Grosso e Rio de Janeiro, que trocaram informações de inteligência sobre o paradeiro do criminoso.

Boré estava em uma praia, acompanhado de amigos, consumindo whisky, quando foi abordado por policiais descaracterizados. No momento da abordagem, ele apresentou um documento falso na tentativa de enganar os agentes, mas acabou confessando sua verdadeira identidade.

Contra ele havia um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas. Além disso, foi autuado em flagrante pelo uso de documento falso.

Segundo o delegado titular da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), Gustavo Belão, a ação demonstra o comprometimento das forças policiais em coibir a atuação de facções criminosas interestaduais.

“A atuação integrada de inteligência reafirma que a Polícia Civil segue com os trabalhos de monitoramento com foco na prisão de faccionados foragidos para outros estados”, destacou o delegado.

Outros dois comparsas que estavam com Boré também foram presos em flagrante, acusados de uso de documento falso e receptação.

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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