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Homem que tentou matar ex-companheira em Colniza há 17 anos é preso em Aripuanã

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Um homem, considerado foragido da Justiça há mais de 17 anos por tentativa de homicídio qualificado contra sua ex-companheira, foi capturado pela Polícia Civil, na sexta-feira (29.8), em ação realizada pelos policiais da Delegacia de Colniza, com apoio da equipe da Base da Polícia Militar do distrito de Conselvan, em Aripuanã.

O suspeito estava com um mandado de prisão em aberto pelo crime de tentativa de homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo.

O crime ocorreu no dia 9 de janeiro de 2008, por volta das 21 horas, na região central de Colniza. Na ocasião, o suspeito e a vítima iniciaram uma discussão a respeito da divisão de bens do casal e da pensão das filhas, uma vez que estavam separados há cerca de um ano. Durante a briga, ele sacou uma arma de fogo e efetuou disparos que atingiram a ex-companheira na região torácica.

A vítima foi socorrida e sobreviveu aos ferimentos, mas perdeu a funcionalidade de um dos pulmões, além de ter ficado paraplégica em decorrência dos ferimentos. Ele foi indiciado pela Polícia Civil e denunciado pelo Ministério Público pelo crime, sendo expedido o mandado de prisão em seu desfavor.

A prisão foi realizada após investigações conduzidas pelos policiais da Delegacia de Colniza, que identificaram o paradeiro do procurado na cidade de Aripuanã. As informações apuradas foram repassadas à Polícia Militar do distrito de Conselvan, que localizou o suspeito e deu cumprimento à ordem de prisão em aberto.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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