Polícia

Polícia Civil abre inscrições para 11ª Corrida De Cara Limpa Contra as Drogas

Publicado em

Polícia

A Polícia Civil abre, nesta quinta-feira (29.1), as inscrições para a 11ª Corrida de Cara Limpa Contra as Drogas. O evento, organizado pela Coordenadoria de Polícia Comunitária, será no dia 26 de abril deste ano, com largada às 6 horas e percurso pelas ruas do Centro Político e Administrativo (CPA).

As inscrições podem ser feitas pelo site do Morro (www.morro.com.br), por meio do link https://morro-mt.com.br/eventos/11a-corrida-de-cara-limpa-contra-as-drogas-2026-700. A prova terá dois percursos, sendo de 5 km e 10 km.


As inscrições feitas no período do primeiro lote, até dia 20 de fevereiro, o valor é de R$ 80 reais. Ser houver vagas, será aberto o segundo lote, no período de 21 de fevereiro a 21 de março, com valor de R$ 90 reais. Se ainda restarem vagas, a partir do dia 22 de março, estará disponível o terceiro e último lote, no valor de R$ 100 reais.

A prova é aberta ao público em geral, de ambos os sexos, com idade mínima de 14 anos. A premiação contará com troféu, medalha e valor em dinheiro para classificação geral masculino e feminino, além da categoria policial civil, também masculino e feminino, todos do primeiro ao terceiro lugar. Também haverá premiação com troféus para os dois primeiros colocados de cada faixa etária.

Os policiais civis que fizerem sua inscrição no primeiro lote, até dia 20 de fevereiro, o valor é de R$ 65 (se houver vagas).

O kits que será entregue aos atletas participantes contará com camiseta, sacochila, chip e número de peito e medalha (ao final da prova).


O evento conta com apoio do Governo do Estado, da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), da Assembleia Legislativa (ALMT) e da Associação dos Policiais Civis do Estado de Mato Grosso (Assinpol) e tem como patrocinadores Erva Mate Santo Antônio e Luna Farmácia de Manipulação e Homeopatia.

Confira todo o regulamento da prova pelo mesmo link da inscrição, https://morro-mt.com.br/eventos/11a-corrida-de-cara-limpa-contra-as-drogas-2026-700.

Fonte: Policia Civil MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Funcionário admite ter criado cena de suicídio após morte de paciente: “Fiquei com medo”

Publicados

em

Conteúdo/ODOC – O plantonista Odiley Rodrigues Souza admitiu à Polícia Civil que alterou a cena da morte de Alessandro Sidinei Braga, de 38 anos, para fazer parecer que o paciente havia cometido suicídio. Alessandro, que estava internado para tratamento de esquizofrenia, foi encontrado morto na manhã de domingo (31) em uma clínica terapêutica no bairro Jardim Primavera, em Cuiabá.

Trechos do interrogatório revelam que o funcionário apresentou versões contraditórias sobre o ocorrido. Em um primeiro momento, ele afirmou que teria retirado a vítima de uma janela após um suposto enforcamento. No entanto, a investigação descartou essa hipótese ao constatar que Alessandro nunca esteve pendurado no local indicado.

Ao ser questionado pelos policiais sobre a história que havia contado inicialmente, Odiley reconheceu que inventou a narrativa. “Eu fiquei com medo. Infelizmente fiquei com medo. Porque isso nunca aconteceu num plantão que eu tô”, declarou durante o depoimento.

Segundo a Polícia Civil, o funcionário era o responsável pelo plantão noturno da ala onde estavam internados mais de 40 pacientes. Quando a ocorrência foi registrada, ele informou às autoridades que Alessandro teria tirado a própria vida.

A versão começou a ser contestada após os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Os peritos encontraram elementos que não correspondiam à dinâmica de um enforcamento, levantando suspeitas sobre a real causa da morte.

Conforme a investigação, Odiley acabou admitindo que modificou a cena para sustentar a falsa versão de suicídio. Inicialmente, ele negou qualquer envolvimento na morte do paciente e afirmou que nenhum outro funcionário teria participação no caso. Entretanto, segundo a Polícia Civil, ao ser confrontado com as evidências reunidas durante as diligências, confessou o homicídio.

As investigações apontam que Alessandro havia apresentado um surto psicótico na noite de sábado (30). Diante da situação, ele foi submetido a procedimentos de contenção dentro da unidade de tratamento.

O corpo foi encontrado na manhã seguinte por outros internos da clínica, já sem sinais vitais. A ocorrência chegou às autoridades como um suposto caso de suicídio, mas a linha de investigação mudou após a análise técnica realizada no local.

Outro ponto apurado pela Polícia Civil é que o suspeito teria tentado convencer uma testemunha a confirmar a versão apresentada por ele aos investigadores. A pessoa ouvida, contudo, negou a narrativa e colaborou com as apurações.

Diante dos elementos reunidos, Odiley Rodrigues Souza foi autuado por homicídio qualificado e fraude processual. A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer todas as circunstâncias da morte e verificar se outras pessoas podem ter contribuído para o crime ou para a tentativa de encobrir o ocorrido.

O caso começou a ser tratado como suicídio, mas ganhou outro rumo após a perícia identificar indícios de manipulação da cena. Além disso, a Polícia Civil apurou que o suspeito teria procurado uma testemunha para que confirmasse a versão falsa apresentada às autoridades. A pessoa ouvida, entretanto, negou os fatos relatados pelo plantonista.

Odiley Rodrigues Souza foi autuado pelos crimes de homicídio qualificado e fraude processual. A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer todas as circunstâncias da morte e verificar se outras pessoas tiveram participação na ocorrência.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA