Polícia
Polícia Civil incinera 150 quilos de drogas apreendidas em Lucas do Rio Verde
Polícia
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Lucas do Rio Verde (330 km de Cuiabá), incinerou, nesta quinta-feira (3.7), 150 quilos de drogas que haviam sido apreendidas na cidade.
A incineração ocorreu após decisão judicial, que permitiu a destruição de drogas apreendidas em Lucas do Rio Verde em 2022, 2023, 2024 e 2025, que estavam acumuladas na delegacia.
Na ação, que contou com a participação da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Vigilância Sanitária, foram incinerados maconha, cocaína, pasta base e lança perfume.
Segundo o delegado Allan Vitor, a incineração garante o gerenciamento adequado das apreensões, evitando o acúmulo de substâncias ilícitas em depósitos policiais.
“Isso reduz riscos de contaminação, extravio, ou mesmo a possibilidade de reintrodução dessas drogas no mercado criminoso”, explicou.
O delegado frisou, ainda, o aspecto operacional e simbólico da incineração, que ocorreu em uma empresa de cerâmica de Lucas do Rio Verde.
“Esse ato representa o êxito de investigações, o comprometimento das forças policiais com a legalidade, e uma clara demonstração de que os esforços empregados no combate ao tráfico geram resultados concretos. Cada quilo destruído aqui hoje significa um prejuízo direto às estruturas das facções criminosas e um avanço na proteção de nossa sociedade”, afirmou.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado
Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”, preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).
Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.
As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.
Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.
Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.
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