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Polícia Civil prende condenado por furto em supermercado de Pontal do Araguaia

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças, prendeu, nesta sexta-feira (3.10), um homem, de 21 anos, condenado por um furto a um mercado em Pontal do Araguaia.

O crime ocorreu em março deste ano, quando três homens arrombaram a porta do mercado e furtaram R$ 7 mil, que estavam guardados em um cofre.

Na época dos fatos, a equipe da delegacia especializada identificou os envolvidos no furto e a autoridade policial representou pelos mandados de prisões dos três.

O jovem preso hoje estava respondendo pelo crime em liberdade, mas com uso de tornozeleira eletrônica como medida cautelar. Os outros dois, um segue preso e um está foragido.

Nessa quinta-feira (2), foi realizada a audiência de instrução e julgamento do caso e o jovem de 21 anos não compareceu. Diante da ausência, o juiz sentenciou dois dos três envolvidos a dois anos de prisão e expediu o mandado de prisão preventiva em desfavor da dupla.

Com a ordem judicial, na tarde desta sexta-feira (3), os investigadores da Derf Barra do Garças localizaram o condenado que estava respondendo em liberdade e cumpriram o mandado de prisão. Ele alegou que não compareceu ao tribunal por questões de trabalho.

A prisão foi comunicada ao juiz da Segunda Vara Criminal e o suspeito foi encaminhado à cadeia pública, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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