Polícia
Polícia Civil prende investigado por matar homem em Paranaíta durante briga
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A Polícia Civil prendeu, nesse sábado (14.2), um homem, de 56 anos, suspeito de um homicídio ocorrido em Paranaíta, em que a vítima foi encontrada boiando no Rio Teles Pires no dia 26 de janeiro deste ano, com múltiplos golpes de faca.
O corpo foi localizado por funcionários de uma balsa de garimpo, que o viram boiando, já em avançado estado de decomposição, indicando estar em óbito há mais de quatro dias. O grupo amarrou o corpo para evitar que fosse levado pela correnteza e comunicou a polícia.
Na manhã do dia seguinte, o Corpo de Bombeiros e a Politec realizaram a remoção do corpo da água e a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Paranaíta, iniciou as investigações do caso.
A vítima, de 47 anos, foi assassinado a facadas por motivo fútil, durante uma briga em que os dois envolvidos estavam alcoolizados.
Após as investigações, o delegado Matheus Oliveira representou pelo mandado de prisão preventiva do suspeito, que foi localizado nesse sábado (14) às margens do Rio Roosevelt, em Aripuanã, escondido em uma área de mata.
Durante a captura, ele estava com uma espingarda calibre 20 municiada, que foi apreendida, resultando também na prisão em flagrante do investigado por porte ilegal de arma de fogo.
O preso foi conduzido à Delegacia de Aripuanã e permanece à disposição da Justiça.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Gaeco investiga servidores que usavam estrutura de prefeitura para promover facção criminosa em MT
O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Sinop, a 451 km de Cuiabá, cumpriu, nesta terça-feira (2), quatro mandados de busca e apreensão contra dois servidores da Prefeitura, que integravam cargos de confiança e são suspeitos de ligação com a facção criminosa Comando Vermelho.
A ação faz parte da Operação “Aliança Oculta”, que investiga a possível influência da organização criminosa na estrutura administrativa do município de Sinop.
As investigações começaram após a apreensão de celulares com traficantes em operações anteriores do Gaeco, com autorização da Justiça. Durante a análise do conteúdo dos aparelhos e de documentos apreendidos, a perícia identificou que festas populares vinham sendo realizadas com recursos da facção.
Esses eventos, embora apresentados como entretenimento, eram usados para promover a organização criminosa, atrair jovens e ampliar sua influência nas comunidades.
Os investigadores identificaram que grupos criminosos promovem ações públicas para ganhar aceitação social e fortalecer a atuação. Os servidores da Prefeitura de Sinop seriam responsáveis por facilitar ações do grupo, inclusive com o uso da estrutura pública para obtenção de vantagens e expansão das atividades criminosas.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos celulares, documentos e mídias digitais, que passarão por perícia e serão objetos de uma nova investigação que segue em andamento.
A ação contou com o apoio do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, do 3º Comando Regional da Polícia Militar, da 26ª Companhia Independente de Força Tática e da Polícia Judiciária Civil de Sinop.
O Gaeco é uma força-tarefa permanente formada por integrantes do Ministério Público, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, que atuam de forma integrada no combate ao crime organizado.
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