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Polícia Civil recupera R$ 9,2 mil transferidos incorretamente via pix

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A Polícia Civil, em uma ação conjunta entre as Delegacias de Peixoto de Azevedo e de Juína, conseguiu, em poucas horas, a devolução do valor de R$ 9,2 mil, que havia sido enviado para uma conta incorreta mediante transação de pix nessa sexta-feira (12.9).

Ao perceber o equívoco, o homem, de 50 anos, que havia realizado a transferência incorreta, e a pessoa que deveria ter recebido procuraram a Delegacia de Peixoto de Azevedo e informaram o ocorrido.

Através dos sistemas policiais, foram identificados a conta e o endereço da pessoa que recebeu os valores indevidamente, um jovem de 20 anos.

Em seguida, a equipe da Delegacia de Peixoto de Azevedo entrou em contato com a Delegacia de Juína, cidade onde reside o jovem que havia recebido o depósito.

Os investigadores da unidade de Juína rapidamente foram até o endereço, informaram sobre as responsabilidades legais e orientaram o jovem quanto à devolução.

Logo após ser comunicado, o jovem realizou a transferência dos valores de volta à conta de origem, encerrando o impasse. A rápida ação tanto da pessoa que havia feito a transferência equivocada, quanto dos policiais das duas delegacias, garantiu a devolução integral dos R$ 9,2 mil.

“Apropriação de coisa achada é crime, devendo o valor ou bem encontrado ser restituído ao dono ou entregue à autoridade competente. Em casos de transferências incorretas via Pix, a Polícia Civil está à disposição para atendimento e orientação da população”, informou o delegado Henrique Madureira Espindola de Barros, que atendeu a ocorrência.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Caso de estupro em delegacia de MT terá audiência de instrução na próxima semana

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A audiência de instrução e julgamento do caso que apura o crime de estupro supostamente praticado por um investigador da Polícia Civil dentro da Delegacia de Sorriso (a 420 km de Cuiabá) foi agendada para o dia 11 de junho, às 16h30. O processo tramita na 2ª Vara Criminal da comarca. O acusado, M. B. da S., está preso preventivamente desde fevereiro.

O investigador de 52 anos foi indiciado pelos crimes de estupro e abuso de autoridade após a conclusão do inquérito policial, conduzido pela própria Polícia Civil. Segundo as investigações, a vítima estava custodiada na unidade policial no momento do crime, em razão do cumprimento de um mandado de prisão temporária. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para o prosseguimento da ação penal.

No âmbito do MPMT, existem dois procedimentos investigatórios criminais distintos, instaurados a partir de denúncias feitas diretamente à Promotoria de Justiça de Sorriso. Um deles trata de crime de estupro, enquanto o outro apura um episódio de importunação sexual, ambos envolvendo outras vítimas.

Além disso, o Ministério Público acompanha cinco inquéritos policiais em andamento na Corregedoria da Polícia Civil, que apuram outros crimes de cunho sexual cometidos pelo servidor.

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