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Policiais militares salvam criança engasgada no Batalhão Rotam em Cuiabá

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Dois policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) salvaram a vida de uma criança, de dois anos de idade, na manhã desta quinta-feira (2.10), em Cuiabá. A criança foi salva após chegar inconsciente, na sede do Batalhão, depois de ter se engasgado.

Por volta de 06h, o primeiro-sargento Marcelo e o segundo-sargento da reserva Ciodônio foram acionados por uma mulher, que chegou de carro na sede do Batalhão com sua afiliada no colo, dizendo que a menina estava engasgada.

Os policiais notaram que a criança já estava inconsciente e com o corpo roxo e iniciaram as manobras de Heimlich, para desobstrução das vias aéreas da bebê. Após alguns minutos de movimentação, os militares perceberam que a criança voltou a se mexer e começou a chorar, apresentando sinais vitais novamente.

A senhora que levou a criança no Batalhão disse que a mãe da criança chegou desesperada em sua casa com o bebê já engasgado e sem sinais vitais. A testemunha então saiu com seu marido em um carro e foi até a sede da Rotam pedir por ajuda.

Após reanimar a criança, os policiais e a senhora seguiram até a Unidade de Pronto Atendimento do bairro Verdão, onde a menina recebeu os atendimentos necessários. Ela já recebeu alta e retornou para a casa com os pais.

Fonte: PM MT – MT

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Vídeo mostra moradora agredindo e xingado síndica de condomínio em VG: “Preta incompetente”

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Conteúdo/ODOC – A síndica de um condomínio residencial em Várzea Grande denunciou ter sido vítima de agressões físicas, ameaças e injúria racial praticadas por uma moradora durante uma discussão ocorrida no fim de maio. O caso foi registrado nesta terça-feira (2) na Polícia Civil.

O episódio aconteceu no Condomínio Chapada dos Buritis, no Bairro Ponte Nova, e teve como vítima Selma Guimarães Souza. A suspeita foi identificada como Maisa de Paula Pereira.

Segundo o boletim de ocorrência, o desentendimento teve início após a moradora questionar a responsabilidade do condomínio por uma infiltração em seu apartamento.

No entanto, laudos técnicos apontaram que o problema teria sido causado por um vazamento em uma unidade localizada no andar superior, afastando a responsabilidade da administração condominial.

Conforme o relato da síndica, a moradora passou a perseguir e hostilizar funcionários e integrantes da administração, cobrando providências consideradas indevidas.

A situação culminou em uma discussão no pátio do condomínio, onde a suspeita teria seguido a vítima enquanto fazia ameaças e proferia ofensas.

As cenas foram registradas por câmeras de segurança. Nas imagens, a moradora aparece discutindo de forma exaltada com a síndica e, em determinados momentos, parte para agressões físicas.

Ainda de acordo com a denúncia, durante a perseguição a vítima foi chamada de “sua preta incompetente” e “verme”, além de ouvir a ameaça: “você me paga”.

A discussão prosseguiu até o salão de festas do condomínio, onde ocorria uma reunião com representantes de uma empresa terceirizada. Na frente dos presentes, a suspeita teria continuado as ofensas, chamando a síndica de “preta nojenta”, “incompetente” e “jumenta”, além de apontar o dedo em seu rosto.

Em seguida, a mulher teria empurrado a vítima, sendo contida por funcionários que participavam da reunião. Mesmo após ser afastada, ela ainda tentou arremessar uma cadeira contra a síndica, segundo o registro policial.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.

O caso foi registrado como injúria racial, perseguição e vias de fato e será investigado pela Polícia Civil.

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