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Polícias Civis de MT e PA prendem homicida condenado a 14 anos de prisão

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Uma ação conjunta entre as Polícias Civis de Mato Grosso e Pará culminou na prisão de um homem, de 45 anos, condenado a 14 anos pelo crime de homicídio, praticado em 2002, em Santa Cruz do Xingú (a 1.101 km de Cuiabá).

A prisão foi realizada nesta quinta-feira (4.9), na cidade, em cumprimento de mandado de prisão, no decorrer da Operação Amon, que visa cumprir mandados de prisão em aberto e prender foragidos da Justiça. A ação contou com apoio da Polícia Federal em Redenção (PA).

Após a prisão, o condenado foi encaminhado à delegacia e, posteriormente, à Cadeia Pública de Vila Rica, onde permanecerá à disposição da Justiça.

O crime

Em 2 de maio de 2002, o investigado armou uma tocaia e abordou a vítima, Gilberto Ferreira, no momento em que se dirigia para desligar a bomba d’água da fazenda onde se encontrava.

A vítima foi surpreendida, atingida brutalmente na cabeça por um pedaço de madeira e por disparos de arma de fogo, efetuados pelo pelo suspeito. Um dos disparos atingiu a nuca da vítima, resultando no óbito, ainda no local.

O crime teria sido motivado por ciúmes do suspeito em relação à sua ex-companheira. À época, ele disse a terceiros que matou Gilberto porque, segundo ele, Gilberto não respeitou sua ex-mulher.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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