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Bazar Solidário da ALMT promove solidariedade e consumo consciente

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por meio da Secretaria de Integração Social e Cidadania (Seisc), realiza no dia 5 de setembro, das 8h às 17h, no foyer do Teatro Cerrado Zulmira Canavarros, a 24ª edição do Bazar Solidário. O evento é uma oportunidade única de unir consumo consciente e solidariedade: quem participa garante produtos de qualidade a preços acessíveis e, ao mesmo tempo, contribui para instituições filantrópicas que atendem crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade.

Serão mais de três mil itens disponíveis, entre roupas, calçados, brinquedos, bolsas, perfumes, móveis e eletrodomésticos. Os preços variam de R$ 5 a R$ 200, com a possibilidade de parcelamento em até quatro vezes para compras acima de R$ 100. Todas as peças passam por triagem, higienização e, quando necessário, pequenos reparos, garantindo que cheguem ao público em ótimo estado. “Nossa ideia é oferecer produtos de excelente qualidade por valores acessíveis e, ao mesmo tempo, arrecadar recursos que farão a diferença para quem mais precisa”, destacou o secretário, Edevandro Guandalin.

Os recursos desta edição serão destinados a três instituições indicadas pelas patronesses: a Pestalozzi de Jaciara, escolhida pela prefeita Andréia Wagner; o Lar dos Idosos de Tangará da Serra, indicado por Keila Costa, esposa do deputado Dr. João; e a Cia de Sorriso, apontada pela empresária Ruth Semiramys. Em 2024, o bazar arrecadou R$ 152 mil e a expectativa é superar esse valor. “Mais do que números, o que importa é o impacto social. Cada real arrecadado representa esperança e apoio para muitas famílias”, reforçou o secretário.

Além das compras, ainda é possível colaborar com doações até o dia 4 de setembro. São aceitos roupas, calçados, brinquedos e acessórios em bom estado. A Seisc também disponibiliza veículo e motorista para coleta de móveis ou itens maiores, mediante agendamento.

O convite é para que servidores, familiares e a sociedade participem e ajudem a divulgar o bazar. Trata-se de um evento com duplo benefício: quem compra sai satisfeito com boas aquisições e quem recebe é apoiado em suas necessidades. A corrente de solidariedade só se fortalece com a participação de todos.

Fonte: ALMT – MT

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Executivo envia Orçamento de 2027 ao Congresso com mínimo de R$ 1.741

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Salário mínimo de R$ 1.741, inflação de 3,6% e crescimento do produto interno bruto (PIB) de 2,46%. Esses são alguns pontos da proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027 enviada pelo Executivo ao Congresso Nacional na tarde desta segunda-feira (31) — último dia do prazo para envio do Orçamento ao Legislativo.

O aumento previsto de R$ 120 no valor do salário mínimo (hoje R$ 1.621) representa uma alta de aproximadamente 7,4% no valor nominal. O índice representa um ganho de 2,3% acima da inflação projetada para este ano.

O documento ainda apresenta as expectativas de arrecadação e a fixação de quanto o governo vai gastar em cada área. Conforme o texto, o Executivo prevê taxa básica de juros (Selic) em 12,53% e câmbio médio de R$ 5,22 para o dólar. Já o superávit primário, que é a diferença entre o que o governo arrecada e o que gasta, deve ficar em R$ 18,6 bilhões, valor que representa pouco mais de 0,1% do PIB.

Tramitação

Pela Constituição, a Lei Orçamentária Anual, que trata do Orçamento, deve ser entregue pelo Poder Executivo até 31 de agosto de cada ano, com a previsão de ser aprovada até dezembro. 

A proposta do Executivo para a Lei Orçamentária Anual de 2027 será examinada inicialmente pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). Depois, a matéria será apreciada pelo Congresso Nacional e seguirá para sanção do presidente Lula.

O Congresso ainda precisa votar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO – PLN 2/2026). A matéria deveria ter sido votada até o dia 17 de julho. Como não houve a votação, a tendência é que o texto seja analisado agora neste segundo semestre.

Receitas e despesas

A LOA é o documento que estima receitas e fixa as despesas públicas para o ano seguinte. A lei busca garantir que o dinheiro arrecadado dos cidadãos seja aplicado de forma clara, planejada e responsável.

Em outras palavras, determina a verba que será aplicada em áreas cruciais como saúde, educação, segurança, transporte e infraestrutura. Embora a iniciativa seja do Executivo, os parlamentares podem inserir mudanças no texto.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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