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Deputado Fabinho reconhece advogada que, assim como ele, começou como gari

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A advogada Ketlly Cristina da Silva recebeu, no mês em que se comemora o Dia do Advogado, uma moção de aplausos do deputado estadual Fábio Tardin, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A homenagem reconhece a trajetória de superação da profissional, que já trabalhou como gari em Várzea Grande e hoje atua na área do Direito. Assim como Ketlly, o deputado também foi gari da prefeitura municipal antes de assumir a carreira política. A coincidência emocionou ambos durante a entrega da honraria.

Ketlly ganhou notoriedade em 2021, quando uma foto de sua colação de grau viralizou nas redes sociais. Na época, sua história estampou jornais e portais de notícias de Mato Grosso e até de outros Estados.

“Eu trabalhava como gari em Várzea Grande e estudava em Cuiabá. Ia do bairro Cristo Rei até a Avenida Beira Rio de bicicleta, porque não tinha dinheiro para pagar o ônibus. Enfrentei chuva, cansaço e momentos em que pensei em desistir. Mas, com apoio e muita perseverança, consegui me formar”, relembrou durante visita ao gabinete do parlamentar.

Ao entregar a moção, Fabinho ressaltou a importância da homenagem. “Reconhecer a Ketlly, justamente no Dia do Advogado, é especial. Nós dois fomos garis da prefeitura de Várzea Grande e hoje estamos aqui, eu como deputado e você como advogada. Entrego essa moção com respeito e carinho, estendendo a homenagem a todos os profissionais da advocacia”, afirmou.

A sessão especial de entrega de moções em celebração ao Dia do Advogado, comemorado em 11 de agosto, foi realizada na última segunda-feira (18), no plenário da Assembleia Legislativa.

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Cuiabá

Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá

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O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.

Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.

“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.

Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.

“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou

Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.

“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.

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