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Deputado Juca do Guaraná participa da Cavalhada de Poconé e reforça apoio à cultura popular

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A Cavalhada de Poconé, uma das festividades culturais mais tradicionais de Mato Grosso, celebrou neste fim de semana mais uma edição repleta de história, religiosidade e emoção. Realizada há décadas, a festa é um símbolo da identidade e da cultura da região pantaneira, reunindo milhares de pessoas em uma homenagem ao folclore local.

O deputado Juca do Guaraná (MDB) esteve presente no evento, reforçando a relevância da Cavalhada para a preservação das tradições culturais do estado. Durante a celebração, o parlamentar destacou a importância da valorização das manifestações culturais populares e reiterou seu compromisso com a continuidade e fortalecimento dessas expressões que são essenciais para a história de Mato Grosso.

“É emocionante ver como essa celebração mantém viva a história, a religiosidade e a identidade do nosso Mato Grosso. Estar ao lado da comunidade e de tantas famílias que fazem dessa festa um verdadeiro patrimônio é motivo de orgulho e gratidão”, afirmou o deputado.

Juca do Guaraná também parabenizou os organizadores, cavaleiros e todos os envolvidos na realização da Cavalhada, ressaltando o papel crucial da população de Poconé na preservação da cultura local. “A Cavalhada é mais do que uma festa; é um testemunho da força das nossas raízes. Seguimos firmes, valorizando a cultura popular e fortalecendo nossas origens”, completou.

A presença do deputado reafirma seu compromisso com as pautas culturais e sua atuação constante junto às comunidades do interior, promovendo políticas públicas que respeitam e incentivam o patrimônio histórico e cultural de Mato Grosso.

Foto: THAIS FAVARO JACOBINA

Fonte: ALMT – MT

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

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