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Vereador Wender Madureira age rápido e, com ajuda da GM, prende suspeito de matar cão a paulada

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A defesa da Causa Animal ganhou mais um capítulo de resposta imediata na tarde de sábado (27.09) graças à intervenção do vereador Wender Madureira, um dos principais nomes da causa no município.

O vereador recebeu uma denúncia urgente de populares que flagraram um homem matando um cachorro a pauladas no bairro Vila Operária, ao lado do Simprão. Diante da brutalidade, Wender Madureira acionou imediatamente o comandante Juliano da Guarda Municipal (GMVG), que agiu com máxima presteza.

Segundo testemunhas, o suspeito, de 55 anos, demonstrou extrema crueldade, matando o cachorro a pauladas e depois arrastando o corpo do animal, deixando-o na margem da estrada. O vereador Madureira retornou ao local com a equipe da Guarda Municipal e, com base nas características repassadas pela população, iniciou as buscas.

O homem foi localizado e detido ao lado de um supermercado no bairro 15 de Maio, após tentar fugir em uma bicicleta, e levado para a Central de Flagrantes.

Após a prisão, novas informações surgiram que tornam a situação do suspeito ainda mais grave. O vereador Wender Madureira anunciou que fará uma nova ocorrência contra o homem, pois testemunhas relataram que o meliante já havia jogado água fervendo em outro cachorro, causando uma lesão grave que resultou em um buraco no animal.

Visivelmente abalado pela cena de crueldade e pelos novos indícios, o vereador Wender Madureira, que acompanhou todo o processo, reforçou seu compromisso com o combate à violência contra os animais:

“Fico muito triste de ver a crueldade praticada por este homem. Fomos atrás de um crime e descobrimos outro! Não vamos tolerar atos de violência contra os animais em Várzea Grande.”

O suspeito está à disposição da Polícia Civil para as devidas providências legais. A prisão demonstra a eficácia da parceria entre o Legislativo, a população e as forças de segurança do município na defesa dos direitos animais.

Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal de Várzea Grande

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Comissão aprova padronização nacional de certidões de antecedentes criminais

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4582/25, que determina a padronização na emissão da Certidão de Antecedentes Criminais (CAC) e da Folha de Antecedentes Criminais (FAC) em todo o território nacional.

A proposta, do deputado Coronel Ulysses (UNIAO-AC), estabelece que esses documentos passem a ser emitidos por meio do Sistema Nacional de Identificação Criminal (Sinic), sob a gestão da Polícia Federal.

O projeto cria um modelo unificado para substituir gradualmente os sistemas paralelos mantidos pelos estados, permitindo que diferentes órgãos de segurança e do Poder Judiciário compartilhem informações de forma mais ágil e segura. De acordo com o texto, o sistema contará com certificação biométrica para evitar fraudes e duplicidade de registros.

O relator, deputado Sanderson (PL-RS), recomendou a aprovação da proposta, com o argumento de que ela moderniza a emissão de antecedentes criminais.

“A inexistência de padronização nacional produz inconsistências cadastrais, divergências informacionais, duplicidade de registros e dificuldade de compartilhamento de dados entre órgãos policiais e judiciais”, afirmou Sanderson. “Tal realidade compromete a eficiência investigativa, a segurança jurídica e a confiabilidade das informações.”

Sanderson disse ainda que a proposta fortalece a capacidade de enfrentamento ao crime organizado, especialmente diante da mobilidade de organizações criminosas entre os estados brasileiros e da necessidade de compartilhamento rápido de informações entre as instituições policiais e judiciais.

Integração
O projeto prevê a integração obrigatória entre secretarias de segurança pública, Polícia Federal e tribunais.

Para viabilizar a adaptação tecnológica nos estados e no Distrito Federal, o texto estabelece que os recursos poderão vir do Fundo Nacional de Segurança Pública. A proposta também fixa um prazo de 90 dias para a regulamentação e de 180 dias para que os entes federativos ajustem seus sistemas locais ao padrão nacional.

Resolução
Uma resolução recente do Conselho Nacional de Justiça instituiu a Certidão Nacional Criminal (CNC), estabelecendo um modelo unificado de emissão de antecedentes criminais.

Próximas etapas
A proposta tramita em caráter conclusivo e poderá seguir diretamente para o Senado se for aprovada pelas comissões, sem necessidade de votação no Plenário da Câmara.

O projeto ainda passará pela análise das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Geórgia Moraes

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