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Boi Caprichoso começa a levar esculturas e módulos para Bumbódromo

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O Boi Caprichoso começa hoje (16) a transportar as esculturas e módulos de seu curral até o Bumbódromo, marcando o início da montagem de sua apresentação para o Festival de Parintins deste ano. No último dia 10 de junho, o seu oponente na competição, o Boi Garantido, já havia começado o translado de seus mais de 200 módulos alegóricos.

Os Paikicés, como são chamados os responsáveis por translado, montagem e desmontagem das alegorias do Boi Caprichoso, já estão com a mão na massa. São cerca de 280 integrantes envolvidos nessas três etapas.

Este ano, o boi azul e branco, fundado em 1913, vem com o tema “É tempo de retomada” para disputar o tetracampeonato no Festival de Parintins. Um dos responsáveis por essa missão é Algles Ferreira, que está há mais de 30 anos no Caprichoso e que há cinco anos assina os principais módulos alegóricos do bumbá na apresentação, como lenda amazônica e ritual indígena.

“A gente sempre sonha impactar o jurado com aquela alegoria gigantesca, com acabamento diferenciado, para extrair essas notas deles. Lógico, também, deixar o nosso público, a nossa galera enlouquecida com todo o trabalho que a gente faz. Este ano, a gente teve um desafio gigantesco, que era superar o ritual Mothokari.  Graças a Deus, nós conseguimos conceber um projeto lindíssimo. São 25 profissionais, divididos entre soldadores, soldadores de movimento, escultores, pintores, aderecista, costureiro”, destaca Algles.

Considerado o maior espetáculo a céu aberto do mundo, o Festival de Parintins atrai multidões todos os anos. Em 2025, a expectativa é superar os 120 mil visitantes que estiveram na cidade em 2024. A edição de número 58 acontece entre os dias 27 e 29 de junho.

*Com sonoplastia de Jailton Sodré


Fonte: EBC Cultura

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Festival do Museu Nacional reúne ciência e cultura no Rio de Janeiro

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promove neste domingo (30) a 8ª edição do Festival Museu Nacional Vive, uma celebração que reúne ciência e cultura em um só espaço. O evento acontece na Quinta da Boa Vista, no entorno da sede do museu, na zona norte do Rio de Janeiro.

O festival celebra a reconstrução da instituição quase oito anos após o incêndio de grandes proporções que atingiu o local, mostrando que o museu continua produzindo conhecimento por meio de diversas pesquisas. Uma das atrações do evento é a Tenda Científica, que reúne 23 atividades em áreas como biodiversidade e arqueologia, como explica a vice-diretora da instituição, Juliana Sayão:

“A Tenda Científica é um espaço muito especial, porque permite que o público tenha contato direto com a ciência que é produzida no museu. Teremos atividades práticas e interativas com pesquisadores e estudantes apresentando diferentes áreas do conhecimento. Será possível visitar o inflável do INCT Paleovert, que traz as pesquisas mais modernas na paleontologia de vertebrados, conhecer vestimentas, barracas com os nossos pesquisadores que desenvolvem pesquisa na Antártica, além da incrível diversidade dos peixes, dos besouros e de outros insetos.”

Juliana Sayão destaca ainda que o público também vai poder acompanhar o andamento da reconstrução do museu:

“O festival é uma oportunidade de mostrar ao público que a reconstrução do museu está acontecendo e que ela envolve muito mais do que a recuperação de um edifício. Envolve pesquisa, conservação, cuidado com os acervos e muito trabalho de diferentes profissionais. Algumas das atividades permitem justamente que o visitante conheça um pouco desse processo e veja que o museu continua produzindo conhecimento enquanto se reconstrói.”

O festival conta ainda com apresentações de circo, música e exposições do artista plástico Vik Muniz. O evento acontece das 10h às 16h, com entrada franca.
 


Fonte: EBC Cultura

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