Cultura
Grupos teatrais participam de festival a partir de domingo no Ceará
Cultura
A partir deste domingo (31), dezenas de espetáculos teatrais tomam os palcos da capital cearense em mais uma edição do Festival de Teatro de Fortaleza. Com o tema “Fortaleza dos Coletivos: Entre Cenas e Memórias”, o Festival de Teatro de Fortaleza, que está na 16ª edição, segue até o dia 12 de setembro.

A programação reúne 37 espetáculos teatrais coletivos cearenses. Desses, 31 foram selecionados para participar de três mostras temáticas que compõem o calendário de espetáculos gratuitos. Os primeiros dias do festival serão dedicados ao público infantil com a Mostra de Teatro para as Infâncias. Serão 6 apresentações de 31 de agosto a 5 de setembro. A Mostra Novos e Outros Olhares é voltada para artistas e grupos iniciantes.
O espetáculos começam no dia 5 de setembro e vão até o dia 10 e, por fim, a Mostra Fortaleza em Cena, dedicada a trabalhos com trajetória consolidada, com 15 obras de 7 a 11 de setembro. Nessa edição, o festival chega a 12 regionais, em 19 espaços de 22 bairros de Fortaleza, como o Teatro São José e o Teatro Antonieta Noronha.
Além das apresentações, o festival terá feiras de economia criativa, atividades formativas, lançamentos, exposição fotográfica e encontros da classe artística. O acesso aos espetáculos é gratuito e toda a programação está disponível no perfil oficial do evento no Instagram @festivaldeteatrofortaleza.
Neste ano, 5 grupos cearenses de teatro serão homenageados por suas trajetórias na consolidação da cena artística do estado. Entre eles, o Mirante do Teatro e a Companhia Prisma de Arte, que celebram 40 anos de fundação.
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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